Nos últimos três anos, mesmo após a regulamentação dos direitos da categoria, mais de 300 mil empregados domésticos perderam o registro na carteira de trabalho.
Em 2018, o total de profissionais registrados teve seu pior resultado desde 2015, impactado pela crise econômica – o número caiu 15% de lá para cá, passando de 2,1 milhões para 1,78 milhão.
No mesmo período, segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua do IBGE, a quantidade de trabalhadores sem carteira assinada cresceu 7,2%. Os benefícios para os domésticos passaram a ser previstos na Constituição em 2013, com a aprovação da PEC das Domésticas.
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