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Paraíba registra terceira maior alta do varejo no País em 2025

O período da Black Friday impulsionou o varejo da Paraíba, que registrou alta de 4,3% nas vendas em novembro ante o mesmo mês de 2024

O período promocional da Black Friday impulsionou o varejo na Paraíba, que registrou alta de 4,3% nas vendas em novembro em comparação ao mesmo mês de 2024, mantendo o Estado como o terceiro com maior crescimento do País no acumulado de janeiro a novembro de 2025, segundo a Pesquisa Mensal de Comércio (PMC) divulgada nesta quinta-feira (15) pelo IBGE. No comparativo com outubro, o avanço foi de 0,7%.

No ranking nacional, Tocantins lidera com alta de 7,8%, seguido por Santa Catarina (5,7%) e Paraíba (5%), enquanto o comércio varejista brasileiro registrou crescimento acumulado de 1,5% no período.

No indicador do comércio varejista ampliado, que inclui atividades de veículos, motos, partes e peças, material de construção e atacado de produtos alimentícios, bebidas e fumo, a Paraíba registrou alta de 2,1% em novembro sobre o mesmo mês do ano anterior e no acumulado dos 11 meses do ano atingiu 4,7% de crescimento, a quarta maior entre os 26 Estados e do Distrito Federal. Já o País registrou queda de 0,3% em novembro e no acumulado do ano também (-0,3%). 

Na comparação com novembro de 2024, o volume de vendas do comércio varejista registrou alta em cinco das oito atividades pesquisadas: Equipamentos e material para escritório, informática e comunicação; Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos e de perfumaria; Livros, jornais, revistas e papelaria; Móveis e eletrodomésticos; e Outros artigos de uso pessoal e doméstico.

O secretário de Estado da Fazenda da Paraíba (Sefaz-PB), Marialvo Laureano, atribuiu a manutenção do terceiro maior crescimento do varejo no País em 2025, até novembro, não apenas às vendas da Black Friday, mas também a outros fatores que impactam o comércio, como a geração consistente de empregos formais, que ajudou o Estado a registrar a menor taxa de desocupação da série histórica, de 7%, nos últimos 13 anos. Segundo Laureano, contribuem ainda a elevação dos investimentos próprios em obras, que movimentam a economia e geram ocupação, e o crescimento do consumo das famílias paraibanas, que atingiu R$ 112 bilhões no ano passado. O secretário lembrou que, em 2024, a Paraíba havia alcançado o segundo maior crescimento nacional no mesmo indicador.

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