A
Agência Executiva de Gestão das Águas do Estado da Paraíba (Aesa)
divulgou,
nesta quinta-feira
(28), durante
encontro
em
Campina Grande, que são esperadas chuvas
dentro da média histórica no Cariri, Curimataú, Sertão e Alto
Sertão. Em
2018.
A
previsão
climática para o próximo trimestre foi
anunciada pelos meteorologistas
do Governo do Estado.
De
acordo com o setor de Monitoramento e Hidrometria da Aesa, os últimos
seis anos foram de chuvas abaixo da média histórica na maior parte
do Estado. A estiagem de 2017 foi provocada, principalmente, pelas
condições do Oceano Atlântico e a influência do fenômeno El
Niño.
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“Neste
momento, o Oceano Atlântico, que representa um importante
condicionante da variabilidade climática, apresenta condições
neutras e isso contribui para a chegada de chuvas por aqui. Quando
fizemos esta avaliação, no final do ano passado, as condições
eram negativas. Outra coisa que nos favorece é a presença do
fenômeno La Niña, mesmo estando com intensidade fraca, na região
do Oceano Pacífico”, alertou
a meteorologista da Aesa, Marle Bandeira.
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Durante
os meses de janeiro e fevereiro as chuvas não devem ser constantes,
nem localizadas em uma única região. “É importante ressaltar que
o semiárido nordestino tem como características a alta
variabilidade espacial e temporal dos índices pluviométricos”,
ressaltou Carmem Becker, que também é meteorologista da Aesa. “Por
isso é de fundamental importância, o monitoramento contínuo das
condições oceânicas e atmosféricas globais”, acrescentou
o gerente de Monitoramento e Hidrometria da Aesa, Alexandre Magno.
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A
Sala de Situação da Aesa, também conhecida como Centro de Gestão
de Situações Críticas, monitora a variação climática de forma
ininterrupta, possibilitando a prevenção de eventos críticos como
secas e enchentes. Ela funciona em Campina Grande, onde técnicos do
Governo do Estado trabalham em sistema de plantão, acompanhando em
tempo real os dados
enviados pelas estações meteorológicas.

