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Paraibano Hugo Zaher assume cargo de Juiz Auxiliar da Presidência do CNJ a partir desta segunda (29)

A partir de segunda-feira (29), o juiz paraibano Hugo Gomes Zaher iniciará suas atividades como Juiz Auxiliar da Presidência do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), sob a gestão do ministro Luiz Edson Fachin.

Atualmente titular da Vara da Infância e Juventude da Comarca de Campina Grande, Zaher se despede temporariamente do Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB), onde atua em diversas funções voltadas à área infantojuvenil. Ele é coordenador da Infância e Juventude do TJPB, coordenador do Grupo de Monitoramento e Fiscalização do Sistema Socioeducativo (GMF) e coordenador adjunto do Núcleo Estadual de Justiça Restaurativa (Nejure).

Com uma trajetória marcada pelo compromisso com a proteção integral de crianças e adolescentes, o magistrado levará ao CNJ sua experiência acumulada em ações e políticas voltadas à defesa desse público.

Na última semana antes do novo desafio, Zaher manifestou gratidão ao presidente do TJPB, desembargador Fred Coutinho, e aos desembargadores Oswaldo Trigueiro do Valle Filho e Carlos Martins Beltrão Filho, responsáveis pelo Nejure e pelo GMF, além de agradecer aos colegas magistrados e servidores do tribunal.

“Assumo esse novo desafio com grande alegria, mas também com o coração apertado pelo trabalho que venho desempenhando no TJPB. O convite que recebi permitirá somar esforços na construção de ações, planos e políticas voltados ao fortalecimento da proteção integral de crianças e adolescentes em âmbito nacional”, afirmou o juiz.

No CNJ, além da pauta infantojuvenil, Hugo Zaher atuará na área de proteção da pessoa idosa, seguindo a diretriz da nova gestão de fortalecer políticas judiciárias nessas áreas, garantindo resposta articulada e eficiente às demandas sociais mais sensíveis.

Zaher também destacou a relevância das normativas do CNJ para orientar a atuação integrada do Judiciário com demais entes da rede, promovendo a proteção integral e a prioridade absoluta dos direitos das crianças e adolescentes.

“Nosso objetivo central é contribuir para a efetivação das políticas judiciárias previstas em resoluções e recomendações do CNJ, tornando o sistema de Justiça mais sensível, acessível e amigável para crianças e adolescentes em todo o país”, concluiu o magistrado.

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