Uma
policial militar que
cursa Direto no Campus da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB) em
Guarabira, no Brejo do estado, teria
sido
impedida de realizar
uma prova porque estava fardada.
Houve
reação e protestos de outros alunos que reprovaram a atitude de
professora. O fato aconteceu nesta terça-feira (31).
O reitor da
Universidade Estadual da Paraíba (UEPB) Rangel Júnior ressaltou que
há controvérsias em relação as informações que chegaram na
reitoria da UEPB sobre o episódio. “Nosso papel não é fazer
juízo de valor no caso em si, mas de buscar e averiguar o que
aconteceu e a partir daí tomar providências no campo
administrativo, político e jurídico ou couberem as providências”,
comentou.
Ele informou que as
providências estão sendo tomadas. “Tomamos consciência do
ocorrido e entramos em contato com o procurador-geral da Universidade Benevides Pernambucano e com o ouvidor-geral Germano Ramalho e ambos
estarão se deslocando a Guarabira pela manhã cedo para ouvir a
todos”, declarou o reitor.
Ainda de acordo com
o Rangel Júnior, a reitoria da UEPB já tem informações da chefia
do Departamento de Direito onde ocorreu o caso e também depoimentos
de testemunhas do ocorrido. Contudo, a Universidade não irá se
pronunciar sobre esse fato e só falará após os laudos da
Procuradoria-Geral da Universidade.

