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Bolsonaro acusa Witzel de manipular investigação do assassinato de Marielle

RICARDO DELLA COLETTA E THAIS ARBEX
BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) – O presidente Jair Bolsonaro acusou nesta quinta-feira (21) o governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel (PSC), de manipular as investigações do caso Marielle Franco e disse que a sua vida “virou um inferno” desde a eleição do seu ex-aliado.

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“Esse é o trabalho de um governador que tem a obsessão de ser presidente da República. Dizem que no seu gabinete ele usa a faixa de presidente”, afirmou Bolsonaro, durante a cerimônia de lançamento da Aliança pelo Brasil, partido que ele pretende criar após o racha com o PSL. 

“Ele [Witzel] colocou na cabeça que queria destruir o Bolsonaro”, acrescentou o mandatário, que disse ainda que o governador do Rio tem usado a Polícia Civil do estado para atingir esse objetivo. Bolsonaro se referiu à investigação sobre o assassinato da vereadora do PSOL, em março de 2018.

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O presidente foi citado na apuração do caso por um porteiro do condomínio no Rio de Janeiro onde ele tem casa. Num depoimento dado à Polícia Civil, o funcionário havia atribuído a Bolsonaro a autorização para a entrada no condomínio Vivendas da Barra de um dos acusados no crime.

Em nova oitiva, desta vez à Polícia Federal, o porteiro recuou e disse que errou ao mencionar o presidente na autorização.

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Durante o evento da Aliança pelo Brasil, Bolsonaro fez ainda um relato da sua conversa com Witzel sobre as investigações. Ele disse que encontrou o governador em 9 de outubro e que, na ocasião, foi informado pelo governador de que “o processo foi ao Supremo”.

“Perguntei: como você sabe disso se o processo corre em segredo de Justiça?”, afirmou Bolsonaro, para em seguida dizer que Witzel está manipulando a investigação. 

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De fato a menção ao nome de Bolsonaro foi comunicado ao STF (Supremo Tribunal Federal), mas, segundo o Procurador-Geral da República, o caso foi arquivado. “Parece que não interessa à esquerda chegar aos mandantes do crime, mas usá-lo para atingir reputação de pessoas outras”, disse Bolsonaro. 

Bolsonaro tem duas casas dentro do condomínio Vivendas da Barra. Além do imóvel onde ele morava com a família, em outro reside um de seus filhos, Carlos Bolsonaro, vereador do Rio pelo PSC.

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Na Câmara Municipal, Carlos se envolveu em uma ríspida discussão em 2017 com um assessor de Marielle. Na ocasião, a vereadora chegou a intervir para acalmar o filho de Bolsonaro. O assessor envolvido no episódio já prestou depoimento durante a investigação sobre a morte de Marielle.

A polícia do Rio, porém, intensificou nas últimas semanas a busca por testemunhas para entender melhor as circunstâncias do bate-boca, que já era de conhecimento dos investigadores e havia sido mencionado por Carlos anteriormente. 

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Sobre esse assunto, Bolsonaro afirmou nesta quinta que agora “tentam envolver o Carlos” nas investigações. “Parte de alguns no Brasil quer jogar pra cima de mim a possibilidade eu ser um dos mandantes do crime da Marielle”, acrescentou.

Bolsonaro, ao dizer que a hipótese não é verdadeira e que ele seria um “imbecil” se recebesse um dos responsáveis pelo crime em sua casa. Ele disse ainda lamentar o assassinato da vereadora.

Em um último ataque a Witzel, o presidente disse que governador deveria ter gratidão, porque ele não teria sido eleito sem a ajuda de Carlos e de seu outro filho, o senador Flávio Bolsonaro.

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