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Bolsonaro retalia Joice e decide tirá-la da liderança do governo no Congresso

RICARDO DELLA COLETTA E TALITA FERNANDES
BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) – Contrariado com o fato de a deputada Joice Hasselmann (PSL-SP) ter assinado a lista de apoio à manutenção de Delegado Waldir (PSL-GO) como líder do partido na Câmara, o presidente Jair Bolsonaro decidiu retirar a parlamentar da liderança do governo no Congresso.

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Ela deve ser substituída pelo senador Eduardo Gomes (MDB-TO), que é vice-líder.
A ala ligada a Waldir e ao presidente do PSL, deputado Luciano Bivar (PE), está em guerra aberta com o grupo alinhado a Bolsonaro no partido.
Na quarta-feira (16), o campo pró-Bolsonaro tentou destituir Waldir e substituí-lo por Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), filho do presidente da República.

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No entanto, a ala bolsonarista sofreu uma derrota nesta quinta, uma vez que a Secretaria-Geral da Mesa da Câmara, após conferir as assinaturas das diferentes listas, afirmou que Waldir continua líder do partido na Casa.
Eduardo Gomes esteve no Planalto na manhã desta quinta-feira e se reuniu com Bolsonaro.

O anúncio da troca deve ser realizado em breve.
Após a decisão do presidente de tirá-la da liderança do governo, Joice disse ao jornal Folha de S.Paulo que ganhava “uma carta de alforria, graças a Deus”.

Ela disse que pretende se dedicar à sua candidatura para a Prefeitura de São Paulo.
Em meio ao racha no PSL, escancarado depois de o presidente admitir que pode deixar a legenda, deputados do partido deflagraram uma guerra de listas na noite de quarta para troca do líder na Câmara.

Bolsonaro e Bivar estão há mais de uma semana em atrito, depois de o presidente afirmar que o colega de partido está “queimado pra caramba”. Bivar também foi alvo de operação da Polícia Federal que investiga suposto esquema de candidaturas de laranjas.
Em conversas reservadas, Bolsonaro tem defendido a necessidade de se criar um movimento maior de apoio a ele e que eleve a pressão sobre Bivar para a realização de uma auditoria externa nas contas do PSL.

A ideia tem sido a de usar eventuais irregularidades nos documentos como justa causa para uma desfiliação de deputados da sigla, o que evitaria perda de mandato.

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