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De
acordo com o Jornal do Brasil, a Procuradoria-Geral
da República (PGR) e a Polícia Federal (PF) encontraram novos
indícios de que o senador Aécio Neves recebeu propina para
atuar em nome de empreiteiras na construção da Usina de Santo
Antônio, no Rio Madeira, em Rondônia. De acordo com executivos
da Odebrecht, Aécio recebeu R$ 50 milhões, repassados pela
Odebrecht (R$ 30 milhões) e pela Andrade Gutierrez (R$ 20 milhões).
As informações são do jornal O
Globo.
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A
Odebrecht apresentou comprovantes bancários que comprovariam
depósitos para o senador tucano, por meio de uma conta
de offshore em
Cingapura, que já havia sido citada por um de seus ex-executivos,
Henrique Valladares, à PGR. De acordo com Valladares, a conta está
vinculada ao empresário Alexandre Accioly, amigo e padrinho de um
dos filhos de Aécio.
Em
depoimento à PF, o ex-executivo e delator da Andrade Gutierrez,
Flávio Barra, confirmou o repasse de R$ 20 milhões a Aécio por
meio de um contrato com a Aalu Participações e Investimentos,
empresa controladora da rede de academias Bodytech que pertence ao
empresário carioca, a uma sobrinha dele e a um ex-banqueiro.
Flávio
Barra relatou que a empresa firmou um contrato de R$ 35 milhões com
a Andrade para mascarar propina paga ao tucano, em 2010, em
contrapartida pela defesa, por parte de Aécio, então governador de
Minas, da participação da Andrade no consórcio de construção da
Usina.
Com informações de Jornal do Brasil.

