A Paraíba vive um momento decisivo no cenário político nesta quinta-feira (2), com a renúncia do governador João Azevêdo (PSB) e a consequente posse do vice-governador Lucas Ribeiro (PP), que passa a assumir oficialmente o comando do Executivo estadual.
A mudança ocorre dentro do calendário eleitoral de 2026, permitindo que João Azevêdo fique apto a disputar uma vaga no Senado Federal nas eleições marcadas para 4 de outubro.
Programação oficial da transição
A agenda de transmissão de cargo terá início às 16h, com a posse de Lucas Ribeiro, em cerimônia na Praça João Pessoa, localizada em frente ao Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB), no Centro da Capital.
Em seguida, às 17h, será realizada a solenidade oficial de transmissão do cargo, em frente ao Palácio da Redenção, sede histórica do governo estadual. A expectativa é que João Azevêdo participe do ato e faça a entrega simbólica da faixa governamental ao sucessor.
Novo cenário político no Estado
A posse de Lucas Ribeiro marca não apenas uma mudança administrativa, mas também o início de um novo ciclo político na Paraíba. Como novo chefe do Executivo, ele assume a condução da gestão estadual e passa a ser o nome natural do grupo governista para a disputa à reeleição.
O evento contará com a presença de autoridades e lideranças políticas, reforçando o caráter institucional e estratégico da transição, em um ano diretamente influenciado pelo processo eleitoral.
Prestação de contas antecedeu renúncia
A renúncia ocorre um dia após João Azevêdo apresentar um balanço dos mais de sete anos de gestão, em evento realizado no Teatro Paulo Pontes, na Fundação Espaço Cultural (Funesc), em João Pessoa.
Durante a apresentação, o governador destacou o equilíbrio fiscal do Estado e os investimentos realizados em áreas como mobilidade urbana, habitação, recursos hídricos, saúde, educação, desenvolvimento social, economia e segurança pública, com ações distribuídas nos 223 municípios paraibanos.
Transição consolida novo momento
A saída de João Azevêdo e a posse de Lucas Ribeiro consolidam a transição no comando do Estado e oficializam a abertura de um novo ciclo político, já sob forte influência das eleições de 2026.



