Reforma administrativa será definida em fevereiro na Paraíba

A antecipação da reforma tem como objetivo garantir continuidade administrativa e permitir que os novos secretários assumam as pastas antes do período de desincompatibilização eleitoral

Carlos Rocha
Carlos Rocha
Nascido em 1988, em Guarulhos (SP), Carlos Rocha é filho de paraibanos e vive em João Pessoa desde o início dos anos 2000. Graduado em Administração de Empresas pela Faculdade Paraibana, ingressou posteriormente no curso de Jornalismo na Universidade Federal da Paraíba (UFPB).Atua no jornalismo digital desde 2013, com passagens por importantes veículos de comunicação da Paraíba. Na TH+ SBT Tambaú, trabalhou nas áreas de Marketing, Reportagem e Produção de Conteúdo Multimídia.Sua atuação é voltada principalmente para política, cidades e temas de interesse público, sempre com foco na apuração rigorosa e na produção de conteúdo de qualidade. Além do jornalismo, é apaixonado por leitura, cinema, séries e cultura pop.
Foto: Reprodução/ Instagram

O governador João Azevêdo (PSB) anunciou que a reforma administrativa do Governo da Paraíba será definida em fevereiro e construída em conjunto com o vice-governador Lucas Ribeiro (PP), pré-candidato ao governo em 2026. A declaração foi dada nesta segunda-feira (19), durante a inauguração do Palácio dos Despachos, no Centro Histórico de João Pessoa.

Segundo o governador, a antecipação da reforma tem como objetivo garantir continuidade administrativa e permitir que os novos secretários assumam as pastas antes do período de desincompatibilização eleitoral, previsto para o fim de março.

Analistas apontaram que a decisão sinaliza uma sintonia maior entre João Azevêdo e Lucas Ribeiro, reduzindo especulações sobre possíveis ruídos na sucessão estadual. A tendência é de mudanças pontuais, sobretudo com a saída de auxiliares que disputarão eleições, e recomposição acordada entre os dois grupos.

A leitura predominante é de que o novo desenho do secretariado será uma “engenharia política a quatro mãos”, alinhando os interesses do governador que deixa o cargo e do vice que assume o comando do executivo estadual.

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