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Saiba como Irmã Dulce transformou um galinheiro no maior hospital da Bahia

Irmã Dulce, a primeira santa brasileira, foi canonizada neste domingo (13) pelo Papa Francisco. A baiana é declarada como “Santa Dulce dos Pobres”, por conta de uma vida destinada a cuidar dos menos afortunados. Há 70 anos, Irmã Dulce começou a levar doentes para serem cuidados no galinheiro do convento Santo Antônio, e atualmente, o local é o maior hospital público da Bahia.

Irmã Dulce levou 70 doentes para o espaço, e precisou convencer a Madre Superiora na época. Qualquer espaço era leito, até debaixo das camas, isso porque Irmã Dulce cuidava de quem precisasse, com muito amor e dedicação.

Atualmente, o espaço tem 40 mil m², onde 60 mil pessoas buscam atendimento todos os meses, para consultas de 38 especialidades médicas. São mais de 2 milhões de atendimentos, 12 mil cirurgias e 18 mil internações por ano. O hospital conta com 3 mil funcionários, sendo 300 deles médicos.

A gestora de saúde Lucrécia Savernini conta que o atendimento é completamente público: “O atendimento é 100% SUS. Nenhum serviço, nenhum paciente paga nada, nada… e é o custeio que vem do ministério da Saúde, mas que é insuficiente. Então se não houver doações e ampliação dessas doações, a obra não vai sobreviver. Fechamos ano passado com déficit de 11 milhões“.

O Centro Educacional, que atende 787 crianças e adolescentes de famílias de baixa renda em tempo integral, também é bancado por doações. O centro conta com aulas, esportes, inclusão digital e artes.

As obras sociais são o maior milagre da freira baiana, que será canonizada no domingo (13), e declarada como “Santa Dulce dos Pobres”, que construiu tudo com o tijolo mais barato e disponível do mundo: o amor.

Irmã Dulce, a primeira santa brasileira, será canonizada no próximo domingo (13) pelo Papa Francisco. A baiana será declarada como “Santa Dulce dos Pobres”, por conta de uma vida destinada a cuidar dos menos afortunados. 70 anos atrás, Irmã Dulce começou a levar doentes para serem cuidados no galinheiro do convento Santo Antônio, e atualmente, o local é o maior hospital público da Bahia.

Irmã Dulce levou 70 doentes para o espaço, e precisou convencer a Madre Superiora na época. Qualquer espaço era leito, até debaixo das camas, isso porque Irmã Dulce cuidava de quem precisasse, com muito amor e dedicação.

Atualmente, o espaço tem 40 mil m², onde 60 mil pessoas buscam atendimento todos os meses, para consultas de 38 especialidades médicas. São mais de 2 milhões de atendimentos, 12 mil cirurgias e 18 mil internações por ano. O hospital conta com 3 mil funcionários, sendo 300 deles médicos.

A gestora de saúde Lucrécia Savernini conta que o atendimento é completamente público: “O atendimento é 100% SUS. Nenhum serviço, nenhum paciente paga nada, nada… e é o custeio que vem do ministério da Saúde, mas que é insuficiente. Então se não houver doações e ampliação dessas doações, a obra não vai sobreviver. Fechamos ano passado com déficit de 11 milhões“.

O Centro Educacional, que atende 787 crianças e adolescentes de famílias de baixa renda em tempo integral, também é bancado por doações. O centro conta com aulas, esportes, inclusão digital e artes.

As obras sociais são o maior milagre da freira baiana, que será canonizada no domingo (13), e declarada como “Santa Dulce dos Pobres”, que construiu tudo com o tijolo mais barato e disponível do mundo: o amor.

Veja
mais:

Irmã Dulce é reconhecida como santa
neste domingo (13)

SBT

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