Servidores da educação denunciam que advogados estão coletando livros de ponto dos grevistas

Acontece nesta
quarta-feira (07) a assembleia dos servidores da educação da cidade
de Santa Rita, região metropolitana da capital. Eles paralisaram as
atividades desde a última quinta-feira (1o) e vão
decidir se vão dar continuidade ou interromper o movimento
grevista.

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Mesmo com a imposição de multa diária de R$ 5
mil, limitada a R$ 200 mil imposta pelo desembargador plantonista do
Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB), Marcos Cavalcanti de
Albuquerque, que decretou a ilegalidade da greve, apenas hoje os
servidores vão decidir se acatam ou não.

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A professora
Leda dos Santos, do Sindicato dos Funcionários Públicos de Santa
Rita, disse à Rádio Jovem Pan João Pessoa que o mais incomoda o
movimento é a falta de diálogo com a gestão para que se possa
encontrar uma solução que seja favorável para ambos.

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Ela também denuncia
que advogados estão indo a creches e escolas do município dando
advertências e pegando o livro de ponto dos funcionários que
aderiram a greve, caracterizando assim um assédio moral.

Ouça a entrevista:

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