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STJ nega habeas corpus de Hytalo Santos e Israel Nata

O Supremo Tribunal de Justiça (STJ) negou, nesta terça-feira (19), o pedido de Habeas Corpus da defesa do influenciador paraibano Hytalo Santos e o marido Israel Nata. O casal foi preso na última sexta-feira (19), suspeitos de exploração sexual infantil e tráfico humano.

Na decisão, o ministro Rogério Schietti Cruz afirmou que fez-se necessária a decretação da prisão preventiva. “Visando impedir novos atos de destruição ou ocultação de provas, bem como evitar a intimidação de testemunhas. Situações que já vêm ocorrendo desde que os investigados tomaram conhecimento da existência da investigação em seu desfavor. registre-se mais uma vez: os representados já destruíram elementos de prova; já removeram tudo aquilo que seria apreendido, já turbaram a investigação criminal, e tais situações estão claras nos autos. Não se busca coibir o hipotético.”

Ao Portal T5, a defesa de Hytalo Santos e Israel Nata afirmou que não irá se pronunciar no momento acerca da negativa do habeas corpus.

Relembre o caso

Hytalo Santos e o marido, Israel Nata Vicente foram presos na sexta-feira (15), em uma casa em Carapicuíba (SP), e passaram por audiência de custódia no sábado (16), quando a prisão foi mantida. De acordo com o delegado Fernando David de Melo Gonçalves, do Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic), havia indícios de que eles estariam em rota de fuga para fora do Brasil.

Com os suspeitos, a polícia apreendeu oito celulares e um veículo de luxo registrado na Paraíba. No local, estavam ainda oito pessoas, entre assessores e conhecidos, que foram ouvidas e liberadas.

As denúncias contra Hytalo Santos ganharam repercussão nacional após o youtuber Felca, que tem mais de 4 milhões de inscritos, acusá-lo de produzir conteúdos que promoviam a adultização de crianças e adolescentes nas redes sociais.

O influenciador é alvo de duas ações do Ministério Público da Paraíba (MPPB), em João Pessoa e Bayeux, além de uma investigação do Ministério Público do Trabalho (MPT), que apura suspeitas de exploração de menores e trabalho infantil artístico irregular.

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