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Sudema apresenta Plano Emergencial para APA Naufrágio Queimado e reforça regras de uso da área nesta quinta (9)

A proposta é promover o alinhamento das ações, ampliar o diálogo com os envolvidos e consolidar diretrizes que garantam o uso sustentável da área.

O TJPB entendeu que a norma permitia prédios mais altos na orla. A Corte apontou retrocesso ambiental
Foto: Prefeitura de João Pessoa

A Superintendência de Administração do Meio Ambiente (Sudema) realiza, nesta quinta-feira (9), a apresentação oficial do Plano de Ação Emergencial (PAE) da Área de Proteção Ambiental Naufrágio Queimado (APANQ), com foco no ordenamento das atividades e no fortalecimento da proteção ambiental da unidade de conservação.

O encontro, organizado por meio da Coordenadoria de Estudos Ambientais (CEA), é voltado para o setor turístico e profissionais que atuam na região. A proposta é promover o alinhamento das ações, ampliar o diálogo com os envolvidos e consolidar diretrizes que garantam o uso sustentável da área.

O PAE foi instituído por meio da Portaria SUDEMA DS nº 019/2026, publicada no Diário Oficial do Estado da Paraíba na última terça-feira (7). O documento atualiza o plano anterior, lançado em 2024, e incorpora ajustes técnicos e novas diretrizes diante do aumento da pressão de uso na região.

De acordo com a Sudema, o crescimento no número de embarcações cadastradas tem exigido maior controle e organização das atividades desenvolvidas na APA. Entre as principais mudanças estão o reforço no ordenamento territorial, a atualização das regras de uso e a inclusão de normas específicas para determinadas práticas.

Segundo o gestor da unidade e técnico da CEA, Anderson Alcântara, o novo plano traz alterações relevantes. Entre elas, está a proibição do uso de equipamentos sonoros coletivos nos recifes e a inclusão de diretrizes para o turismo de aventura.

O documento também apresenta mudanças técnicas, como a alteração no perímetro dos recifes de corais do Bessa e a inclusão de notas técnicas sobre os recifes de Gonçalo, Teresinha e Jacarapé.

A Sudema ressalta que o Plano de Ação Emergencial é um instrumento essencial para garantir o equilíbrio entre a conservação ambiental e as atividades econômicas, orientando práticas mais sustentáveis e contribuindo para a preservação dos recursos naturais da APANQ.

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