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Tiroteio em escola na Georgia deixa quatro mortos e cerca de 30 feridos

Um tiroteio na escola preparatória Apalachee, em Winder, Georgia, Estados Unidos, resultou em pelo menos quatro mortes e cerca de 30 feridos, nesta quarta-feira (4). O número exato de pessoas feridas por balas ainda não foi confirmado.

O incidente ocorreu por volta das 10:23 horas. De acordo com a CNN, um helicóptero ambulância foi visto aterrissando no campus para transportar um dos feridos. A oficina do Sheriff do condado de Barrow informou que oficiais de diversas agências de segurança e equipes de emergência foram rapidamente ao local.

O suspeito do tiroteio, um adolescente de 14 anos, foi detido e está sob custódia policial. Colt Gray, o acusado, é estudante da própria escola, conforme informou Chris Hosey, diretor da oficina de investigação de Georgia. O ataque resultou na morte de dois estudantes e dois professores.

Como medida de precaução, todas as escolas do distrito foram fechadas, e agentes de polícia foram enviados para essas instituições. O governador de Georgia, Brian Kemp, anunciou que está mobilizando todos os recursos disponíveis para lidar com a situação. Em uma mensagem publicada na rede social X, anteriormente conhecida como Twitter, ele afirmou: “Seguiremos trabalhando com parceiros locais, estaduais e federais enquanto reunimos informações e respondemos a esta situação”.

Durante uma conferência de imprensa, o alguacil Jud Smith evitou confirmar o número de mortos, limitando-se a dizer que havia “múltiplos feridos”.

Este é o primeiro tiroteio ocorrido no novo ano letivo nos Estados Unidos. O incidente ocorreu em uma escola situada a aproximadamente 80 km ao noreste de Atlanta. De acordo com um porta-voz das escolas do condado de Barrow, a situação parece estar sob controle e os alunos começaram a ser liberados ao meio-dia.

Imagens locais mostram pais em fila com seus carros ao longo de uma estrada em frente à escola, ansiosos para se reunir com seus filhos. ABC News relatou o testemunho do aluno Sergio Caldera, que estava em aula quando ouviu os disparos. Caldera, de 17 anos, descreveu que sua professora abriu a porta e outro professor entrou correndo para instruí-los a trancar a sala devido à presença de um “tirador ativo”.

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