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TJPB decide manter inocência de autora de carta com denúncia contra Dom Aldo

A segunda turma do Tribunal de Justiça da Paraíba (TJ-PB) recusou o pedido do recurso protocolado pelo arcebispo emérito da Paraíba, dom Aldo Di Cillo Pagotto, que solicitava a a condenação de Mariana José Araújo alegando difamação.

Mariana foi a responsável por enviar uma carta ao Vaticano denunciando que padres e seminaristas estariam acobertando casos de exploração sexual de crianças e adolescentes. Ela afirmou na carta que o próprio arcebispo estia envolvido, na época, em relações homoafetivas.

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O juiz relator do caso foi Inácio Jairo. Ele votou para que o recursos fosse desprovido e para a sentença de primeiro grau que já havia absolvido Mariana, em 2016.

A tese foi seguida pelos juízes João Batista Barbosa e pela presidente da segunda Turma, Doura Thúlia Neves.

Em 2016, o juiz Hermance Gomes Pereira, responsável pela decisão de inocentar Mariana no primeiro grau, afirmou que a denúncia da acusação está restrita “a publicação em blogs de uma carta subscrita pela querelada (Mariana) onde são pedidas providências, em razão de suposto assédio sexual praticado pelo querelante (dom Aldo)”.

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