O Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB) realiza, nesta sexta-feira (27), a 3ª Reunião do Orçamento de 2027, no Fórum Eleitoral de Campina Grande. O encontro reúne representantes das Zonas Eleitorais do Agreste com o objetivo de alinhar demandas e fortalecer o planejamento institucional da Justiça Eleitoral no estado.
A iniciativa integra o projeto estratégico Novo Modelo Orçamentário, que busca promover uma gestão participativa, aproximando a administração do Tribunal da realidade enfrentada pelos cartórios eleitorais no interior da Paraíba. A proposta é construir um orçamento mais alinhado às necessidades locais, contemplando áreas como infraestrutura, tecnologia e gestão de pessoas.
Coordenado pelo magistrado Philippe Guimarães e pelo assessor da Presidência Eduardo Rangel Ribeiro, o projeto já passou por outras regiões, como o Sertão (Cajazeiras) e o Brejo (Areia). A etapa em Campina Grande dá continuidade ao processo de escuta direta de juízes e servidores, considerados peças-chave na identificação das demandas do sistema eleitoral.
Foco em eficiência e planejamento
Durante a reunião, são discutidos temas como manutenção de prédios, renovação de equipamentos de informática e suporte a ações de cidadania e capacitação. A proposta é garantir uma alocação mais eficiente dos recursos públicos, com base nas necessidades específicas de cada localidade.
Segundo o Tribunal, a escuta ativa contribui para antecipar soluções, otimizar o uso do orçamento e melhorar a prestação de serviços ao eleitorado paraibano.
Próximos passos
Após a realização da reunião, as contribuições coletadas serão analisadas pelas equipes técnicas da Secretaria de Planejamento e da Diretoria-Geral do TRE-PB. O material servirá de base para a elaboração da Proposta Orçamentária Anual (PLOA) de 2027, que será submetida à aprovação da Corte Eleitoral e, posteriormente, encaminhada ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Além da definição de prioridades orçamentárias, as reuniões itinerantes também têm como objetivo fortalecer o diálogo institucional, promover a integração entre as unidades e ampliar a transparência na gestão pública.



