O jornalista William
Waack falou pela primeira vez sobre o caso que foi motivo da sua
demissão da bancada do Jornal da Globo, e por consequência da
emissora, onde trabalhou por 21 anos.
Em artigo publicado
neste domingo (14), na folha de São Paulo, ele se defendeu das
acusações de racismo. Afirmou que “aquilo foi uma piada,
como disse meu amigo Gil Moura, sem a menor intenção racista,
dita em tom de brincadeira, num momento particular. Desculpem-me pela
ofensa; não era minha intenção ofender qualquer pessoa, e aqui
estendo sinceramente minha mão.”
Ele se defende
dizendo que não diz
quais são os
amigos
negros porque
não os
separa
segundo a cor da pele, assim
como não não
faz com os amigos
judeus, católicos, ou muçulmanos. “Igualmente não os distingo
segundo a religião, ou pelo que dizem sobre política.”, completa
o jornalista.
No texto, William
fala também sobre a defesa da ex-colega de emissora, Glória
Maria, fez em seu favor. Na ocasião, a jornalista disse que se tratava apenas de uma “piada
de português”, e não um comportamento racista.
William Waack foi
acusado de racismo após ter um vídeo vazado, em novembro de 2017, onde fazia um comentário considerado racista. O fato teria ocorrido
durante
a cobertura da vitória de Donald Trump.
Confira:

