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Jogos de Tóquio inspiram empatia em meio à pandemia, dizem especialistas

Os Jogos Olímpicos, considerado o maior evento esportivo do planeta, ocorre em Tóquio e teve início na sexta-feira, 23 de julho. O intuito principal é incentivar uma competição leve e entreter pessoas de todos os continentes no mundo e, claro, a quebra de recordes e a socialização dos povos. Mas de que forma eventos como este, além Copas do Mundo, corridas, dentre outras modalidades, despertam o interesse e as emoções dos espectadores?

Para o professor do curso de psicologia da Universidade Presbiteriana Mackenzie, Eduardo Fraga, inúmeros países se veem representados pelos seus atletas e isto cria um laço afetivo. “Tem um ideal, um campo de afeto e de sentimentos depositados nesses atletas, então quando um atleta de algum time ou seleção ganha um evento é como se uma comunidade tivesse ganhando também”. Segundo ele, há também o despertar da coletividade durante a competição.

Pensando no atual contexto pandêmico, Fraga faz uma reflexão. “Essa coletividade vale também com o número de mortes pela covid-19, nós esperamos que gere, embora nem sempre aconteça, esse sentimento de solidariedade, de dor por um sentimento que une a todos”. O especialista acredita que neste ano, a Olimpíada terá como tema muitas mensagens envolvendo a pandemia, solidariedade, o âmbito político e a fraternidade, sendo os atletas os representantes de tudo isto, aliado ao ideal do esporte, que transmite perseverança, luta e potência.

Para Leonardo Luiz, psicólogo e professor da pós-graduação da Universidade Presbiteriana Mackenzie em Alphaville, nos jogos de um modo geral, o espectador se sente fazendo parte. “Somos a nação do futebol que se une em busca de um único objetivo em comum. E nessa situação pandêmica, momentos desportivos são momentos de união”, exemplifica.

Leonardo Luiz acrescenta que a expectativa de vitória e conquista são uma das emoções despertadas nestas competições como a Olimpíada. “A felicidade se apresenta como uma marca de conquista mesmo que não seja no individual, pois neste momento o coletivo se faz mais presente”, afirma.

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