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Preso por estupro, Daniel Alves faz declaração polêmica sobre o caso

O lateral-direito Daniel Alves, acusado de ter cometido estupro em Barcelona, concedeu a primeira entrevista desde que foi detido na Espanha. Preso há exatos seis meses, o brasileiro comentou o caso em entrevista ao jornal La Vanguardia, da Catalunha. Daniel Alves ainda nega que tenha cometido o crime.

Daniel Alves foi preso em Barcelona no dia 20 de janeiro deste ano. O experiente jogador disse que resolveu falar pela primeira vez sobre o assunto e apontou que foi contada “uma história de medo e terror”. Alves citou ainda que “não tem nada a ver” com o que fez.

“Resolvi dar esta entrevista, a minha primeira desde que estou aqui, para que as pessoas saibam o que penso. Que conheçam a história pelo que vivi naquela manhã naquele banheiro. Até agora, uma história muito assustadora de medo e terror foi contada, que não tem nada a ver com o que aconteceu, nem com o que eu fiz. Tudo o que aconteceu e não aconteceu lá dentro só ela e eu sabemos”, afirmou.

Em outra resposta, o lateral disse que “perdoa” a vítima “por tudo isso”. O atleta ainda fez questão de pedir desculpa à modelo Joana Sanz, então esposa do brasileiro quando o caso aconteceu no fim de 2022 – em março, a espanhola publicou uma carta em que indicou o fim do casamento com o jogador. Alves apontou que é “casado” com Joana Sanz.

Eu a perdoo (a mulher que acusa o lateral). Ainda não sei porque ela fez tudo isso, mas a perdoo. E queria pedir desculpa à única pessoa a quem tenho que pedir desculpa, que é a minha mulher, Joana Sanz. A mulher com quem me casei há oito anos, ainda sou casado e espero viver com ela por toda a minha vida”, disse o brasileiro.

Daniel Alves ainda fez um relato sobre o caso ocorrido na boate Sutton na madrugada do dia 31 de dezembro de 2022. O atleta disse que saiu do banheiro e não viu o choro da mulher com quem esteve no local privado. O lateral afirmou ainda que teria ido a uma delegacia, na mesma hora, para esclarecer a situação.

Quando a mulher com quem tenho um problema sai do banheiro atrás de mim, fico um pouco na minha mesa. Ao sair, soube pelas imagens que passei perto de onde a mulher estava chorando. Eu não a vi. Se a tivesse visto chorar, eu teria parado para perguntar o que estava acontecendo. Naquele momento, se algum responsável pela discoteca me pedisse para esperar porque a jovem alegava que eu a teria agredido sexualmente, não iria para casa. Na mesma noite apareceria em uma delegacia para esclarecer”, completou.

A Justiça de Barcelona negou dois pedidos para que o atleta respondesse ao caso em liberdade. O Ministério Público local alega que existe um alto potencial de fuga e, desta forma, vetou os dois recursos apresentados pela defesa do brasileiro – na Espanha, prisões preventivas podem durar até dois anos. A expectativa das autoridades é de que o julgamento aconteça ainda em 2023.

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