Uma paraibana de 33 anos, identificada como Isabela Fonseca Barbosa, foi morta pelo companheiro na noite de segunda-feira (10), na Vila Mariana, Zona Sul de São Paulo. O suspeito, João Pedro da Silva Barroso, de 28 anos, foi preso pela Polícia Militar cerca de três horas após o crime.
Segundo as investigações, Isabela e João Pedro mantinham um relacionamento havia aproximadamente um ano. O casal havia se separado e retomado a relação poucos dias antes do assassinato.
Crime
Câmeras de segurança registraram os dois caminhando juntos pela região por volta das 20h49. Pouco tempo depois, João Pedro foi visto deixando o local sozinho e sem camisa.
Um segurança que trabalhava na região estranhou a situação e decidiu procurar Isabela. A vítima foi encontrada morta em uma casa abandonada.
De acordo com as informações policiais, João Pedro teria utilizado um golpe conhecido como “mata-leão” para imobilizar a vítima e, em seguida, a agredido violentamente. As investigações apontam que Isabela sofreu fraturas nas pernas e na coluna.
A Polícia Militar foi acionada e iniciou as buscas pelo suspeito. Ele foi localizado cerca de três horas depois. Durante a abordagem, os policiais encontraram com João Pedro o documento de identidade e o celular da vítima.
Suspeito estava solto havia quatro dias
O caso também chamou atenção pelo histórico recente do suspeito. Segundo a polícia, João Pedro havia sido preso por furto qualificado e deixado a cadeia na sexta-feira (7), apenas quatro dias antes do assassinato.
Em depoimento, o homem afirmou que mantinha um relacionamento com Isabela havia cerca de um ano. Ele também disse à polícia que havia usado crack na noite do crime e alegou ter acreditado que a vítima pretendia matá-lo.
Ainda segundo o relato registrado no boletim de ocorrência, o suspeito confessou ter agredido Isabela e afirmou que pegou o celular e o documento dela depois do crime para evitar ser identificado.
Após a prisão, João Pedro passou por audiência de custódia na terça-feira (11), quando a prisão em flagrante foi convertida em preventiva. O caso está sendo investigado pelo Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP).
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