Aluno é suspeito de esfaquear colega dentro de sala de aula em escola de João Pessoa

O caso ocorreu no interior da sala de aula, e as identidades dos estudantes não foram divulgadas.

Carlos Rocha
Carlos Rocha
Nascido em 1988, em Guarulhos (SP), Carlos Rocha é filho de paraibanos e vive em João Pessoa desde o início dos anos 2000. Graduado em Administração de Empresas pela Faculdade Paraibana, ingressou posteriormente no curso de Jornalismo na Universidade Federal da Paraíba (UFPB).Atua no jornalismo digital desde 2013, com passagens por importantes veículos de comunicação da Paraíba. Na TH+ SBT Tambaú, trabalhou nas áreas de Marketing, Reportagem e Produção de Conteúdo Multimídia.Sua atuação é voltada principalmente para política, cidades e temas de interesse público, sempre com foco na apuração rigorosa e na produção de conteúdo de qualidade. Além do jornalismo, é apaixonado por leitura, cinema, séries e cultura pop.
Hospital Estadual de Emergência e Trauma Senador Humberto Lucena, em João Pessoa | Foto: Divulgação/Secom-PB

Um aluno é suspeito de esfaquear um colega de turma na tarde desta segunda-feira (27), dentro da Escola Professora Argentina Pereira Gomes, em João Pessoa. O caso ocorreu no interior da sala de aula, e as identidades dos estudantes não foram divulgadas.

De acordo com informações da Polícia Militar da Paraíba, o suspeito fugiu do local após a agressão e, até a última atualização, não havia sido localizado. Ainda não há detalhes sobre a motivação do ataque.

O estudante ferido, de 16 anos, foi levado ao Hospital de Emergência e Trauma de João Pessoa, onde deu entrada por volta das 15h06, conduzido em carro particular.

Segundo a unidade de saúde, o adolescente passou por procedimentos médicos de emergência e segue em observação na Cirurgia Geral, com quadro clínico estável.

A Secretaria de Estado da Educação da Paraíba informou, por meio de nota, que adotou as providências necessárias após o ocorrido. Também foi definida a realização de uma visita técnica com equipes de apoio socioemocional e do NAGE, com o objetivo de oferecer suporte à comunidade escolar e acompanhar o caso.

Ainda conforme a Polícia Militar, o aluno suspeito já teria apresentado problemas de convivência com outros estudantes e professores. No entanto, não há confirmação de que tenha ocorrido briga imediata antes do ataque.

O caso deve ser investigado pelas autoridades competentes, que irão apurar as circunstâncias da ocorrência e adotar as medidas cabíveis.

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