Homem é morto a tiros após invasão a granja na zona rural de Lagoa de Roça, na PB

A vítima, identificada como Edson Gomes da Silva, foi encontrada morta em uma granja onde estava morando havia cerca de seis meses

Carlos Rocha
Carlos Rocha
Nascido em 1988, em Guarulhos (SP), Carlos Rocha é filho de paraibanos e vive em João Pessoa desde o início dos anos 2000. Graduado em Administração de Empresas pela Faculdade Paraibana, ingressou posteriormente no curso de Jornalismo na Universidade Federal da Paraíba (UFPB).Atua no jornalismo digital desde 2013, com passagens por importantes veículos de comunicação da Paraíba. Na TH+ SBT Tambaú, trabalhou nas áreas de Marketing, Reportagem e Produção de Conteúdo Multimídia.Sua atuação é voltada principalmente para política, cidades e temas de interesse público, sempre com foco na apuração rigorosa e na produção de conteúdo de qualidade. Além do jornalismo, é apaixonado por leitura, cinema, séries e cultura pop.
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Foto: Imagem ilustrativa

Um homem de 43 anos foi assassinado a tiros na manhã desta segunda-feira (16) na zona rural entre Lagoa de Roça e Alagoa Nova, no Agreste da Paraíba. A vítima, identificada como Edson Gomes da Silva, foi encontrada morta em uma granja onde estava morando havia cerca de seis meses. Ele usava tornozeleira eletrônica e tinha antecedentes criminais, segundo a polícia.

De acordo com as primeiras informações, quatro suspeitos chegaram ao local em um veículo, arrombaram a porta da propriedade e renderam o casal de caseiros que cuidava da granja. Eles teriam dito que não fariam mal aos trabalhadores, mas exigiram saber onde estava Edson. Sob pressão, o casal acabou indicando o local onde a vítima se encontrava.

Após ser localizado, Edson foi levado para um ponto mais reservado da propriedade. Testemunhas relataram que ele foi agredido antes de ser executado. A polícia confirmou que a vítima foi atingida por diversos disparos de arma de fogo, de calibres diferentes, o que reforça a hipótese de execução. No local, peritos encontraram cápsulas de munição espalhadas.

Ainda conforme as autoridades, nada foi levado da propriedade. O carro da vítima, dinheiro e outros pertences permaneceram no local, o que descarta, a princípio, a possibilidade de latrocínio (roubo seguido de morte). Para a Polícia Civil, a principal linha de investigação é de que o crime tenha sido um acerto de contas.

A vítima possuía um histórico criminal extenso, incluindo processos por crimes graves e passagem pelo sistema prisional em João Pessoa. A tornozeleira eletrônica indicava que ele cumpria medida judicial no momento do crime.

O caso está sendo investigado pela Polícia Civil, que trabalha para identificar os autores e esclarecer a motivação do homicídio. Até o momento, ninguém foi preso.

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