A idosa encontrada morta dentro de uma residência no Bairro dos Estados, em João Pessoa, foi identificada como Magna Flora Carvalho da Fonseca, de 78 anos, segundo o Instituto de Polícia Científica da Paraíba (IPC-PB).
De acordo com a perícia inicial, a mulher estava morta havia pelo menos um ano quando o corpo foi localizado, no dia 31 de agosto.
O corpo estava em avançado estado de decomposição, o que dificulta a determinação imediata da causa da morte.
Até o momento, não foram identificados sinais de violência, segundo o IPC.
Causa da morte ainda não foi determinada
O Instituto de Polícia Científica informou que exames complementares foram solicitados para tentar esclarecer o que provocou a morte.
O avançado estado de decomposição exige análises adicionais antes de qualquer conclusão.
Informações preliminares repassadas pela Polícia Militar apontaram para a possibilidade de morte por causas naturais, mas essa hipótese ainda não foi confirmada pela perícia.
Idosa morava sozinha
Magna Flora era natural de Cuité, no interior da Paraíba, mas vivia em João Pessoa desde a adolescência.
Segundo uma parente, ela era viúva, não tinha filhos e levava uma vida reservada.
A familiar relatou ainda que a idosa mantinha pouca convivência com parentes e vivia sozinha no imóvel onde foi encontrada.
Magna Flora era surda e, segundo a família, mantinha autonomia para atividades do cotidiano antes de perderem contato com ela.
Corpo foi encontrado na sala da residência
A idosa foi encontrada na sala da casa após a entrada de equipes no imóvel, no Bairro dos Estados.
Por causa do tempo transcorrido desde a morte, partes do corpo já estavam em processo avançado de esqueletização, segundo a perícia.
A Polícia Militar também recebeu relatos de que o imóvel teria sido invadido anteriormente e que objetos poderiam ter sido retirados do local.
Essa informação também deverá ser analisada durante a apuração.
Família deve providenciar liberação do corpo
Familiares foram localizados após a identificação e deverão adotar os procedimentos necessários para a liberação do corpo.
A investigação e os exames periciais continuam para tentar estabelecer quando e por que Magna Flora morreu.

