Jovem é morto em João Pessoa logo após publicar vídeo em rede social; polícia investiga

Uma das hipóteses iniciais levantadas pela Polícia Militar é de que o homicídio possa estar relacionado à disputa entre facções criminosas que atuam na região.

Carlos Rocha
Carlos Rocha
Nascido em 1988, em Guarulhos (SP), Carlos Rocha é filho de paraibanos e vive em João Pessoa desde o início dos anos 2000. Graduado em Administração de Empresas pela Faculdade Paraibana, ingressou posteriormente no curso de Jornalismo na Universidade Federal da Paraíba (UFPB).Atua no jornalismo digital desde 2013, com passagens por importantes veículos de comunicação da Paraíba. Na TH+ SBT Tambaú, trabalhou nas áreas de Marketing, Reportagem e Produção de Conteúdo Multimídia.Sua atuação é voltada principalmente para política, cidades e temas de interesse público, sempre com foco na apuração rigorosa e na produção de conteúdo de qualidade. Além do jornalismo, é apaixonado por leitura, cinema, séries e cultura pop.
Imagem: Reprodução

Um jovem foi executado a tiros na noite deste sábado (11), na comunidade Renascer, localizada na região do Distrito Mecânico, em João Pessoa.

De acordo com as primeiras informações levantadas pelas forças de segurança no local, a vítima teria publicado um vídeo nas redes sociais poucos minutos antes do crime, no qual aparecia com o cabelo pintado de vermelho.

Uma das hipóteses iniciais levantadas pela Polícia Militar é de que o homicídio possa estar relacionado à disputa entre facções criminosas que atuam na região. No entanto, até o momento, a motivação do crime ainda não foi confirmada oficialmente e será apurada durante as investigações.

Equipes das forças de segurança foram acionadas para atender à ocorrência e realizaram o isolamento da área para o trabalho da Polícia Científica.

O delegado Tiago Cavalcanti acompanha a ocorrência e coordena os primeiros levantamentos para identificar a autoria e esclarecer a motivação do homicídio.

Após a perícia no local, o corpo da vítima será encaminhado ao Instituto de Polícia Científica (IPC), onde passará pelos exames periciais.

A Polícia Civil segue investigando o caso. Até a publicação desta matéria, nenhum suspeito havia sido preso.

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