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Liberada mulher suspeita de queimar mãos da filha de 6 anos com ovos quentes na PB

Segundo a Polícia Civil, a liberação foi acompanhada da imposição de medidas protetivas

Foto: Reprodução/ Instagram

A Justiça concedeu liberdade provisória a uma mulher de 23 anos suspeita de maus-tratos contra a própria filha, em João Pessoa. A decisão foi tomada durante audiência de custódia realizada nesta terça-feira (6). Segundo a Polícia Civil, a liberação foi acompanhada da imposição de medidas protetivas, cujo conteúdo específico não foi divulgado.

A mulher estava presa desde a segunda-feira (5), após ser detida no Conjunto Irmão Dulce, no bairro Colinas do Sul. Ela foi levada à Delegacia de Repressão aos Crimes Contra a Infância e Juventude, onde permaneceu à disposição da Justiça.

De acordo com a delegada Adriana Guedes, responsável pela investigação, em situações desse tipo é comum a adoção de medidas como afastamento da criança, acompanhamento psicológico e outras ações voltadas à proteção da vítima. No entanto, a Justiça não detalhou quais providências foram determinadas neste caso específico.

Durante depoimento preliminar, a suspeita afirmou à Polícia Civil que teria agido para “castigar” a filha, após suspeitar que a criança teria se envolvido na subtração de dinheiro de uma amiga. Conforme o relato, o episódio envolvendo o suposto desaparecimento do dinheiro ocorreu em Capim de Mamanguape, na casa de familiares, durante o período de réveillon. Já o fato investigado aconteceu no último sábado (3).

Após a denúncia, a Polícia Militar foi acionada e, ao chegar ao local, identificou indícios de vulnerabilidade e histórico de maus-tratos, o que motivou a prisão em flagrante da mãe.

O Conselho Tutelar de João Pessoa também acompanhou a ocorrência. Segundo a conselheira Jéssica Frade, estão sendo adotadas providências para localizar familiares que possam assumir temporariamente a guarda da criança, garantindo a segurança e o bem-estar da vítima enquanto o caso segue sob apuração.

A investigação continua em andamento e o caso segue sendo acompanhado pelos órgãos de proteção à infância.

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