Sede do Instituto de Medicina Legal em João Pessoa Foto: Reprodução / Google Street View
De
acordo com Cristiane Freire, chefe do Núcleo de Medicina e
Odontologia (Numol) de João Pessoa,
os exames
realizados no corpo do bebê de apenas um mês de vida morto em
Itabaiana não concluíram que a causa da morte é consequência de
um estrangulamento. Em função disso, novos exames foram solicitados
pela equipe médica.
O caso foi registrado na noite do último domingo (6). A criança deu entrada – já sem vida – no Hospital Arlinda Marques, em João Pessoa. No pescoço haviam sinais que os médicos suspeitaram de uma
possível esganadura.
Em
entrevista, a mãe da vítima detalhou os últimos momentos da
criança com vida.“Eu dei de mamar, botei pra arrotar e pra dormir.
Botei ele na cama, fui ao banheiro e quando voltei ele já estava
passando mal. Chamei meu pai para ir ao hospital e quando chegou lá
ele estava ficando branco e o coraçãozinho parando. Fomos
transferidos pra cá e ele já chegou morto’.
Ainda
de acordo com Cristiane, não há um prazo para a conclusão do laudo
definitivo. O corpo do bebê foi liberado nesta terça e será
entregue a família para realização do sepultamento.

