Operação Ignite prende suspeitos de integrar organização ligada ao cultivo de maconha na PB

Operação da DHE de Patos teve início a partir da localização de um plantio com cerca de 200 mil pés de maconha em Passagem (PB)

Yasmim Pessoa
Yasmim Pessoa
Jornalista formada há quase 10 anos pela Universidade Federal da Paraíba (UFPB), com trajetória em jornalismo político, hard news e mídias digitais, integra atualmente a equipe do portal TH+ João Pessoa. Curiosa e atenta aos movimentos do cotidiano, encontra no universo latino uma de suas principais inspirações. Acredita na rebeldia da comunicação como força para contar histórias, informar com responsabilidade e dar visibilidade a diferentes vozes.
Foto: Divulgação

A Polícia Civil da Paraíba deflagrou, na manhã desta quinta-feira (16), a Operação Ignite, por meio da Delegacia Especializada de Homicídios e Entorpecentes (DHE) de Patos. A ação cumpriu mandados de prisão preventiva contra investigados por envolvimento em uma organização criminosa ligada ao cultivo de maconha no estado.

As investigações começaram em maio do ano passado, após a localização de um plantio com cerca de seis hectares e aproximadamente 200 mil pés de maconha no município de Passagem (PB). A partir das apurações, a polícia identificou suspeitos responsáveis pelo terreno, pela logística e pelo cultivo da droga.

De acordo com a Polícia Civil, o suposto líder do grupo utilizava documentos públicos falsificados para ocultar a propriedade da fazenda onde a plantação era mantida.

Durante a operação, três mandados de prisão foram cumpridos, sendo um em Passagem (PB), contra o investigado apontado como líder; outro em Taperoá (PB), contra um suspeito ligado diretamente ao cultivo; e em Bacabal (MA), contra um integrante responsável pela logística da organização criminosa.

A Justiça da Paraíba também autorizou a expropriação da propriedade rural onde o plantio foi encontrado, com destinação para fins de reforma agrária.

As investigações continuam para identificar outros possíveis envolvidos e aprofundar a atuação do grupo criminoso.

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