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Sargento da PM morre após ataque a tiros em João Pessoa

O policial estava de folga e retornava para casa, de moto, quando foi abordado por dois suspeitos, que efetuaram os disparos

Foto: Verinho Paparazzo/ TH+ SBT Tambaú

Uma grande operação policial foi deflagrada no bairro Alto do Mateus, em João Pessoa, após a morte do sargento Flávio Ferreira, da Polícia Militar Ambiental da Paraíba, ocorrida na noite desta quinta-feira (5). Equipes especializadas realizam varreduras na região em busca dos responsáveis pelo crime.

De acordo com a Polícia Militar, durante as diligências suspeitos foram conduzidos para averiguação e duas armas de fogo foram apreendidas. A ação envolve efetivos do Batalhão de Choque, Rotam, Força Tática e policiais do 1º Batalhão, que seguem mobilizados sem previsão de encerramento.

O policial estava de folga e retornava para casa, de moto, quando foi abordado por dois suspeitos, que efetuaram os disparos. Ainda não há confirmação se o crime foi motivado por tentativa de roubo, mas a Polícia Civil trabalha, inicialmente, com a hipótese de latrocínio — roubo seguido de morte. As circunstâncias seguem sob investigação.

Após ser atingido, o sargento foi socorrido por uma viatura da PM e, na BR-230, transferido para uma ambulância do Samu. Ele foi levado ao Hospital de Emergência e Trauma de João Pessoa, onde recebeu atendimento, mas não resistiu à gravidade dos ferimentos.

O comandante do 1º Batalhão da PM, coronel Bruno, afirmou que o caso representa “um atentado contra a sociedade” e garantiu que a corporação está empenhada em dar uma resposta. Segundo ele, todas as equipes disponíveis foram acionadas para localizar os autores e esclarecer o crime.

“A Polícia Militar não vai medir esforços para identificar e prender os responsáveis. É nosso dever apresentar uma resposta à sociedade e aos nossos policiais”, declarou o comandante.

A Polícia Civil reforça o pedido de colaboração da população e orienta que qualquer informação que possa ajudar na identificação dos suspeitos seja repassada, de forma anônima, pelos telefones 190 (Polícia Militar) ou 197 (Polícia Civil).

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