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Mulher morre após fugir de ameaças e caso passa a ser tratado como feminicídio em Presidente Prudente

Vítima ficou 40 dias internada após pular de carro em movimento; suspeito confessou ameaças e segue preso

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Uma mulher de 36 anos morreu após quase 40 dias internada e o caso passou a ser investigado como feminicídio consumado em Presidente Prudente. A vítima, Yara Regina Rodrigues dos Anjos, teria pulado de um carro em movimento para escapar de ameaças feitas pelo próprio companheiro.

De acordo com a investigação, o homem, de 41 anos, confessou à polícia que discutia com Yara momentos antes do ocorrido, na noite de 15 de fevereiro. Em depoimento, ele relatou que a vítima abriu a porta do veículo e se lançou após ele dizer que a mataria.

Ao cair do carro, Yara bateu a cabeça e foi socorrida em estado gravíssimo. Ela deu entrada no hospital às 23h28 daquele dia e morreu na noite de quarta-feira (25).

Ainda segundo a polícia, o motorista fugiu do local após o ocorrido e afirmou que deixou a cena com medo de ser linchado. Ele foi preso no dia seguinte, em 16 de fevereiro, e permanece detido.

O caso, que inicialmente havia sido registrado como violência doméstica e tentativa de feminicídio na Delegacia de Defesa da Mulher, foi reclassificado após a morte da vítima. Com isso, o inquérito passa a tratar o crime como feminicídio consumado — considerado hediondo e com pena que pode chegar de 20 a 40 anos de prisão.

O corpo de Yara foi velado e sepultado nessa quinta-feira (26), no Cemitério Parque da Paz, também em Presidente Prudente.

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