Dois adolescentes de 16 anos foram detidos na noite desta terça-feira (11) em seguida a um roubo de celular consumado nas proximidades da avenida João Fiúsa, localizada na zona Sul de Ribeirão Preto. A vítima, de 44 anos, recuperou o aparelho após perseguição e intervenção da Polícia Militar.
De acordo com o boletim de ocorrência, uma equipe da Polícia Militar deixava a base próxima ao local do crime quando avistaram os indivíduos adolescentes correndo pela avenida.
Os dois jovens eram perseguidos pela própria vítima, e a cena resultou em abordagem policial. Enquanto policiais vistoriavam os adolescentes, a vítima narrava o crime.
A mulher, que trabalha como atendente, disse ter perdido o celular para um adolescente armado, mas nada de ilícito foi encontrado durante o procedimento de revista aos sujeitos. Quando questionados sobre o motivo da fuga, um dos jovens assumiu ter praticado o roubo do aparelho Samsung.
Ainda conforme relatado pelo próprio suspeito, o celular teria sido descartado em um bueiro próximo em 60 metros do ponto de abordagem, durante a tentativa frustrada de fuga.
O outro adolescente abordado durante a suposta fuga negou qualquer envolvimento no crime. Conforme esclarecido pelo próprio suspeito, este teria corrido após se assustar, optando por seguir o outro jovem pela avenida.
A vítima confirmou o não envolvimento direto do segundo adolescente interrogado, alegando ainda que o outro jovem responsável pelo roubo portava uma arma de fogo durante o ato.
Diante das afirmativas, a equipe policial foi ao bueiro indicado pelo adolescente acusado. Além do aparelho celular roubado, os agentes também localizaram o simulacro utilizado para a prática criminosa.
Os objetos foram apreendidos e encaminhados para investigação. Na delegacia, a vítima recuperou o aparelho. O adolescente inocentado pela vítima, indicado no BO como responsável pela campana, foi posto em liberdade assistida.
O outro adolescente, indicado como responsável pelo ato criminoso praticado, foi apreendido. O celular já foi devolvido à vítima, e o simulacro deve passar por perícia. O crime deve ser investigado.



