Durante entrevista ao programa TH+ Cidade desta sexta-feira (30), Amanda Baldim comentou a respeito da decisão de júri popular do ex-marido acusado de esfaquear a vítima quando grávida de quatro meses, além da própria filha e a ex-sogra. O crime aconteceu em outubro de 2024.
A data do julgamento ainda não foi agendada pela Justiça. “A gente está muito ansioso para este momento, com a certeza de que ele realmente não vai ser solto. Ele não é mais uma ameaça na minha vida”, disse Amanda.
Quando agredida violentamente pelo ex-marido, Amanda estava grávida de quatro meses. Hoje, a bebê completou 30 dias de vida com boa saúde. “A Maria completou 30 dias hoje. (Foi) uma gestação muito complicada, mas ela está bem, saudável”, continuou.
A respeito da sua própria condição de saúde, Amanda segue recuperando com fisioterapia. “Sigo em recuperação, (com) fisioterapia constante para voltar com o movimento do braço”, explicou Baldim.
“A gente tem muita fé e a certeza de que Deus se manifestou nas nossas vidas me salvando, salvando as meninas, salvando a minha mãe deste atentado, que foi bárbaro, brutal e completamente covarde”, ressaltou.
Para Amanda, as dificuldades enfrentadas representam um propósito divino. “Logo após o meu parto, eu tive uma hemorragia uterina muito forte e na segunda-feira seguinte eu tive eclampsia. Realmente, Deus tem um propósito para a minha vida. Se eu sobrevivi a tudo isso, com certeza alguma coisa tem que reverberar disso”.
O crime
O crime aconteceu em 21 de outubro de 2024, em condomínio particular da avenida São Vicente, em Franca-SP. Na ocasião, o homem de 32 anos, que atua como engenheiro, teria invadido o apartamento e atacado a ex-esposa com 20 golpes de arma branca após discussão.
Além da ex-esposa, grávida de quatro meses na época da violência, o homem também golpeou a filha de um ano e a ex-sogra. A criança foi esfaqueada na perna, enquanto a sogra foi atingida nas costas após tentar separar o conflito.
Na unidade de saúde, os médicos competentes constataram o deslocamento de placenta e perfuração no pulmão. Amanda está grávida de quatro meses e precisou passar por uma cirurgia no braço.



