Após 10 anos parado, a Prefeitura de Ribeirão Preto, neste mês de abril, reativou o Castramóvel- veículo equipado para realização de castrações. Em apenas 15 dias, com atendimentos às terças e quintas-feiras e aos sábados, já foram realizadas 237 castrações. O equipamento está no Jardim Cristo Redentor e ficará no bairro até o dia 2 de maio, com previsão de mais 200 cirurgias até a data.
A partir do dia 5 de maio, próxima terça-feira, o Castramóvel estará no Parque Maurílio Biagi, na Vila Virgínia, região Oeste da cidade.
Ao todo, até o momento, foram cadastrados 1.063 animais, através do CadPET, cadastro online para tutores interessados em castrar seus animais, cães e gatos, pela Prefeitura.
“A reativação do castramóvel pela Prefeitura foi uma ação essencial para que garantíssemos o trabalho intensivo de castração gratuita na cidade. Somente com o castramóvel serão quase 8 mil castrações neste ano e a previsão para 2026 é de 15 mil cirurgias no total, atendimentos que não poderiam ser feitos se não fosse por esse equipamento”, ressalta a Secretária de Meio Ambiente, Agricultura e Sustentabilidade, Mariana Sargento.
Interessados em se cadastrarem para o mutirão de castração devem acessar o CadPET e se inscreverem (https://processodigital.ribeiraopreto.sp.gov.br/atendimento/servico-info/424 ). Após a inscrição, as equipes da Gerência de Bem-Estar Animal (GBEA) entrarão em contato para agendar as castrações, que podem ser realizadas pelo Castramóvel, clínicas conveniadas ou a própria Gerência.
“É importante que os tutores levem os animais na data e hora marcada, para garantir a realização da cirurgia e não perder a vaga. Após a confirmação, nossa equipe se prepara para o atendimento. Se não comparecem, perdem a oportunidade e devem realizar nova inscrição”, reforça a secretária.
Orientações pré e pós-castrações
Para garantir o sucesso da castração, é importante que os tutores sigam alguns procedimentos pré e pós-operatórios.
Dentre as principais orientações, está o uso de colares elizabetanos, conhecidos popularmente como cones, para os machos, e de roupas cirúrgicas para as fêmeas, como explica a médica veterinária da Gerência de Bem-Estar Animal, Giovana Lima. “É obrigatório que os tutores levem esses acessórios cirúrgicos, para evitar que os animais tenham acesso aos pontos da castração e não gere complicações”, afirma.
Após a cirurgia, os tutores recebem todas as orientações, como receitas médicas, cuidados pós-castração e contatos para emergências, a fim de garantir a saúde e o bem-estar dos cães e gatos.



