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Por 18 votos, Câmara aprova PL que proíbe a contratação de artistas que fazem apologia ao crime e drogas em Ribeirão Preto 

Medida vale para shows e eventos abertos ao público infantojuvenil; apenas Hidalgo, Perla e Judeti votaram de forma contrária ao projeto

Vereador André Rodini (Novo) | Foto: Divulgação

A Câmara de Ribeirão Preto aprovou por 18 votos, durante sessão ordinária desta quinta-feira (27), o Projeto de Lei N° 13/2025 que proíbe a contratação de artistas que fazem apologia ao crime organizado e o consumo de drogas em eventos abertos ao público infantojuvenil. O texto é de autoria do vereador André Rodini (Novo).

Apenas três vereadoras – todas do PT – votaram de forma contrária ao projeto, que entra em vigor a partir da sua publicação pelo executivo, por meio do Diário Oficial. São elas: Duda Hidalgo, Perla Muller e Judeti Zilli.

“Toda Criança e Adolescente deve ter acesso à cultura, das mais variadas formas, sempre pela luz do princípio do melhor interesse do menor, de modo que não seja ofertada pelo poder público municipal produções que incentivem condutas criminosas como o uso de drogas e apologia ao crime organizado”, explica o Artigo segundo do texto.

Aplicado de forma direta e indireta à administração municipal, o Projeto prevê punições em caso de descumprimento da ordem, caso aprovada for. “O contratado sofrerá a imediata rescisão do contrato, sanções contratuais e multa no valor de 100% do valor do contrato, que será destinada ao Ensino Fundamental da Rede Municipal de Ensino de Ribeirão Preto”, diz a publicação.

O descumprimento da cláusula de não expressão de apologia ao crime e ao uso de drogas poderá ser denunciado por qualquer pessoa, entidade ou órgão da Administração Pública para a Prefeitura de Ribeirão Preto, por meio da Ouvidoria do Município.

“A liberdade de expressão é um pilar essencial da democracia e deve ser respeitada. No entanto, essa liberdade não pode ser utilizada como pretexto para a promoção de atividades ilícitas ou comportamentos que coloquem em risco a formação moral e intelectual das novas gerações”, justifica o vereador Rodini.

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