Ação será das 8h às 14h nas áreas do Anchieta, Jardim Gabriela, João Paulo II e São Deocleciano
A Prefeitura de Rio Preto, por meio da Secretaria de Saúde, retoma neste sábado, 10/1, o mutirão dos agentes de saúde para combate ao Aedes aegypti, transmissor da dengue, zika, chikungunya e febre amarela urbana.
A ação será das 8h às 14h, nas áreas de abrangência do Anchieta, Jardim Gabriela, João Paulo II/Jaguaré e São Deocleciano.
No período, os agentes visitarão os imóveis, orientando os moradores quanto aos cuidados para evitar focos do mosquito e vistoriando as residências à procura de criadouros, que podem ser quaisquer recipientes que acumulem água, como tampinhas, garrafas, pneus, bebedouros de animais, entre outros.
Caso sejam encontradas larvas do Aedes, os agentes realizam a limpeza do recipiente ou o descarte.
Para que o ambiente permaneça protegido da dengue, é necessário que cada morador verifique a própria residência uma vez por semana, garantindo que não haja recipientes propícios para o desenvolvimento de larvas.
Os moradores também estão sendo orientados quanto aos cuidados necessários para a prevenção de acidentes com escorpiões.
No mutirão, todos os agentes de saúde estão uniformizados com calça azul marinho e camisa azul clara com logotipo da Prefeitura.
As únicas perguntas solicitadas ao morador são o nome completo e a data de nascimento.
Balanço
Em 2025, a Secretaria de Saúde intensificou as visitas domiciliares realizadas pelos agentes de saúde, totalizando mais de 1 milhão de visitas ao longo do ano, incluindo 45 mil realizadas exclusivamente aos sábados de mutirão.
A estratégia, desenvolvida em duas etapas — no primeiro e no segundo semestre — mobilizou a população para a eliminação de criadouros, fortalecimento das ações preventivas e redução da incidência da doença.
Em 2026, a estratégia se repete e será realizada até março.
As outras ações de combate ao mosquito continuam, entre elas:
– Borrifação Residual Intradomiciliar (BRI) em escolas e imóveis especiais;
– Manutenção das Estações Disseminadoras de Larvicidas (EDLs);
– Ação em imóveis abandonados, como limpezas determinadas judicialmente;
– Nebulização;
– Limpeza urbana;
– Implementação do Projeto Big Data, que integra os bancos de dados em um único, qualificando a análise e o direcionamento das ações de combate ao Aedes.



