O custo da Cesta Básica Familiar no Vale do Paraíba interrompeu o história de queda e registrou alta de 0,21% em fevereiro de 2026. Segundo o Nupes/Unitau, o valor médio saltou de R$ 2.839,55 para R$ 2.845,54, puxado principalmente pelo grupo de alimentos e itens de higiene pessoal.
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Campos do Jordão apresentou a maior alta (0,26%) e segue com a cesta mais cara da região, custando R$ 2.987,05. Em contrapartida, Taubaté mantém o menor valor médio (R$ 2.784,81), enquanto São José dos Campos foi a única cidade a registrar redução de preços no período (-0,26%).
A abobrinha (+23,58%) e os ovos brancos (+17,66%) foram os principais vilões do mês, influenciados pelas chuvas intensas e pela maior demanda da Quaresma. O feijão carioquinha também subiu 13,30% devido ao atraso na colheita da safra das águas no Sudeste.
Por outro lado, o mamão formosa (-17,99%) e o tomate (-11,92%) registraram quedas importantes, oferecendo um alívio parcial ao orçamento. O açúcar refinado também recuou 5,49% com a liquidação de estoques das usinas e a transição para a nova safra de cana.
Com o reajuste nos preços e a estabilidade do salário-mínimo, o comprometimento da renda familiar para alimentação subiu para 35,11%. Apesar da alta mensal, o acumulado de 12 meses na região ainda aponta uma retração de 1,73%, valor abaixo da inflação oficial do período.
O Nupes ressalta que, embora os preços apresentem estabilidade em relação ao ano passado, o patamar histórico continua elevado para as famílias de cinco pessoas. A pesquisa monitora semanalmente 44 produtos em 16 supermercados nos principais municípios do Vale do Paraíba.
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