Prefeitura de Taubaté contrata SPDM para assumir gestão emergencial do Hospital Municipal a partir de agosto

Segundo a administração municipal, a SPDM foi a única organização social que apresentou proposta para o contrato emergencial.

Vitor Hugo Fróes
Vitor Hugo Fróes
Jornalista e publicitário formado pela Universidade do Vale do Paraíba, com trajetória construída em rádio, TV e portais de notícias da região. Ao longo da carreira, atuou como repórter, produtor de telejornais e editor web, além de acumular experiências em assessoria de imprensa e marketing digital. Fora das redações, é praticante de artes marciais, apaixonado por viagens e fã de video games.
Taubaté prorroga contrato com SPDM para administrar HMUT por até 12 meses
Foto: Divulgação/Prefeitura de Taubaté

A Prefeitura de Taubaté anunciou na quarta-feira (22) a contratação emergencial da Associação Paulista para o Desenvolvimento da Medicina (SPDM) para assumir temporariamente a gestão do Hospital Municipal Universitário de Taubaté (Hmut). A entidade deve iniciar os trabalhos em 1º de agosto, quando termina o contrato com a atual administradora, a Santa Casa de Chavantes.

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Segundo a administração municipal, a SPDM foi a única organização social que apresentou proposta para o contrato emergencial. O objetivo é garantir a continuidade dos atendimentos até a conclusão do chamamento público definitivo, cuja abertura dos envelopes está prevista para 2 de setembro.

As outras duas entidades convidadas para o processo, o Cejam e o Seconci-SP, desistiram de participar. A prefeitura informou que a escolha da SPDM considerou a experiência da organização na gestão hospitalar, além da capacidade técnica, estrutural e financeira para realizar a transição sem interromper os serviços.

A SPDM administra mais de 17 hospitais públicos no estado de São Paulo, entre eles o Hospital Municipal de São José dos Campos. A transição entre a atual gestora e a nova administração começa nesta quinta-feira (23).

A entidade já administrou o Hmut entre 2019 e 2024. Na ocasião, o contrato foi encerrado após a rescisão do vínculo com o município. Na época, a SPDM alegou uma dívida de aproximadamente R$ 30 milhões da prefeitura e acionou a administração na Justiça. O município também moveu ação contra a organização. Segundo a Prefeitura, o novo processo possui regras atualizadas e maior segurança jurídica para a definição da futura gestora permanente do hospital.

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