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Polícia investiga médico acusado de importunação sexual em UPA de Ubatuba

Uma mulher, de 34 anos, registrou um boletim de ocorrência depois de receber atendimento médico. A prefeitura afirmou que já afastou o profissional de suas atividades.

Pedido de cigarro termina em tentativa de homicídio em Ubatuba
Paciente de 34 anos registrou um boletim contra o profissional, que já foi afastado do cargo

A Polícia Civil investiga um médico acusado de ter praticado importunação sexual, após realizar atendimento de uma paciente na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do Maranduba de Ubatuba.

Segundo a Secretaria de Segurança Pública (SSP), uma mulher de 34 anos registrou um boletim de ocorrência na tarde deste sábado (27) informando ter sido vítima deste crime.

Ainda de acordo com a SSP, quando a Polícia Militar foi acionada e chegou no local, o médico negou as acusações e afirmou ter realizado apenas os exames físicos necessários, compatíveis com a queixa apresentada pela paciente.

O caso foi registrado como importunação sexual, na Delegacia de Ubatuba, e diligências são realizadas para o esclarecimento dos fatos.

Em nota, a Prefeitura de Ubatuba informou que tomou conhecimento da denúncia “envolvendo possível assédio” praticado por um médico da UPA em questão.

A nota diz ainda que “diante da gravidade da situação, a Administração Municipal  por meio do gabinete e Secretaria de Saúde, adotou imediatamente as providências cabíveis, incluindo o afastamento do profissional de suas atividades como medida preventiva, e instauração de processo interno de sindicância”.

A prefeitura reforçou também que não tolera qualquer forma de violência ou desrespeito, especialmente contra mulheres, e acompanha o caso com máximo de seriedade e responsabilidade. Veja a nota na íntegra:

“A Prefeitura de Ubatuba informa que tomou conhecimento de uma denúncia envolvendo possível assédio praticado por um médico na UPA Maranduba.

Diante da gravidade da situação, a Administração Municipal por meio do gabinete e Secretaria de Saúde, adotou imediatamente as providências cabíveis, incluindo o afastamento do profissional de suas atividades como medida preventiva, e instauração de processo interno de sindicância.

O caso foi encaminhado às autoridades competentes e está sendo investigado pela Polícia Civil, que conduz os procedimentos legais necessários para a apuração dos fatos na esfera criminal.

A Administração Municipal reforça que não tolera qualquer forma de violência ou desrespeito, especialmente contra mulheres, e acompanha o caso com máximo de seriedade e responsabilidade. Ao mesmo tempo ressalta que a apuração ocorrerá de forma imparcial, garantindo-se o direito de ampla defesa ao contraditório, conforme a legislação”.

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