Funcionário é preso após furtar diversas peças de carne em supermercado de Caçapava

Suspeito foi flagrado pelo sistema de monitoramento após desvio de mercadoria no açougue.

Vitor Hugo Fróes
Vitor Hugo Fróes
Jornalista e publicitário formado pela Universidade do Vale do Paraíba, com trajetória construída em rádio, TV e portais de notícias da região. Ao longo da carreira, atuou como repórter, produtor de telejornais e editor web, além de acumular experiências em assessoria de imprensa e marketing digital. Fora das redações, é praticante de artes marciais, apaixonado por viagens e fã de video games.
Segundo a polícia, o suspeito destelhou a casa e entrou no imóvel por volta das 4h30. A vítima estava com três filhos que dormiam
Foto: Reprodução

Um funcionário de 33 anos foi preso na tarde de sábado (7) suspeito de furtar peças de carne do supermercado onde trabalhava, no bairro Piedade, em Caçapava. A prisão ocorreu após uma investigação interna da equipe de monitoramento do estabelecimento, localizado na Rodovia João Amaral Gurgel.

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De acordo com o boletim de ocorrência, os representantes do comércio já haviam identificado uma “quebra de inventário” nas últimas duas semanas, com o desaparecimento constante de carnes. Após descartarem furtos por clientes na área de vendas, os fiscais passaram a monitorar o setor interno do açougue.

Durante a fiscalização, os agentes de segurança viram o colaborador entrando na câmara de resfriados, separando uma peça de coração de alcatra e escondendo-a na câmara de congelados. A abordagem foi realizada no momento em que o homem registrava sua saída do trabalho e se dirigia aos armários.

Ao ser questionado, o funcionário admitiu o crime e afirmou que esta não era a primeira vez que subtraía mercadorias do local. Com ele, foi apreendida uma peça de carne de aproximadamente 2,8 kg, avaliada em R$ 181,09. A Polícia Militar foi acionada e conduziu o suspeito à delegacia.

O delegado de plantão ratificou a prisão por furto qualificado com abuso de confiança, uma vez que o investigado se aproveitava do livre acesso às dependências da empresa. Por se tratar de um crime com pena superior a quatro anos, não foi arbitrada fiança e o homem permanece à disposição da Justiça.

A mercadoria recuperada foi devolvida ao representante do supermercado após a elaboração do registro policial. O caso segue sob investigação para apurar se outros produtos foram desviados pelo colaborador durante o período em que as faltas foram notadas no estoque.

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