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Mulher de 60 anos é encontrada morta em casa e caso é investigado como feminicídio em Caçapava

Companheiro é apontado como principal suspeito e está foragido.

SECRETARIA DA SEGURANÇA PÚBLICA POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DE SÃO PAULO CPI-1 20° BPM/I 1ª CIA – 2° PEL HOMICÍDIO (FLAGRANTE) DATA: 27/04/2026 LOCAL: RUA MORRO DA CRUZ, 838 – ITAGUAÇU - ILHABELA-SP POLÍCIA MILITAR PRENDE CRIMINOSO APÓS HOMICÍDIO EM ILHABELA A Polícia Militar atuou de forma rápida e eficiente após um homicídio ocorrido no bairro Itaguaçu, em Ilhabela. A ocorrência teve início após uma briga entre dois homens, que evoluiu para agressões violentas. A vítima foi atingida por diversos golpes de faca e também sofreu agressões com uma pedra na região da cabeça, não resistindo aos ferimentos e vindo a óbito no local. Imediatamente, as equipes policiais realizaram o isolamento da área, garantindo a preservação da cena para os procedimentos técnicos. Na sequência, durante diligências intensificadas pela região, os policiais militares localizaram o criminoso em curto espaço de tempo, demonstrando eficiência operacional e pronta resposta diante de crime grave. O criminoso permaneceu à disposição da Justiça.
Foto: Reprodução/Rede Sociais

Sueli Soares, de 60 anos, foi encontrada morta dentro de casa na noite de sábado (25), na Rua das Acácias, no bairro Vila Velha, em Caçapava. A Polícia Civil investiga o caso como feminicídio e aponta o companheiro dela, de 50 anos, como principal suspeito.

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Segundo o boletim de ocorrência, a filha da vítima voltou do trabalho por volta das 10h30 e encontrou a casa trancada, acreditando que a mãe estivesse dormindo.

À noite, ao perceber que as luzes continuavam apagadas e que uma câmera próxima à cozinha havia sido arrancada, pediu ajuda a um amigo, que entrou pela janela dos fundos e encontrou Sueli deitada na cama, coberta e sem sinais vitais.

A perícia apontou rigidez cadavérica, marcas de agressão no rosto, coloração arroxeada na face e na boca, pequenos cortes no nariz e lesões nos braços e ombro. Havia ainda vestígios de sangue ressecado perto do quarto.

Familiares relataram que Sueli e o companheiro, com quem vivia havia cerca de três anos, tinham discussões frequentes. Na noite anterior, ela teria pedido que ele deixasse o imóvel. O suspeito teria sido visto em uma mercearia com manchas de sangue nas mãos e depois desapareceu. O caso segue em investigação.

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