Padrasto acusado de matar enteado de 2 anos vai a júri popular em Taubaté nesta quarta (22)

Crime ocorreu em 13 de fevereiro de 2025, no bairro São Gonçalo. O réu, Ygor Ortiz da Silva, foi preso em maio do mesmo ano e responde pelo caso.

Vitor Hugo Fróes
Vitor Hugo Fróes
Jornalista e publicitário formado pela Universidade do Vale do Paraíba, com trajetória construída em rádio, TV e portais de notícias da região. Ao longo da carreira, atuou como repórter, produtor de telejornais e editor web, além de acumular experiências em assessoria de imprensa e marketing digital. Fora das redações, é praticante de artes marciais, apaixonado por viagens e fã de video games.
Foto: Reprodução

O padrasto acusado de matar o enteado de 2 anos em Taubaté será julgado pelo Tribunal do Júri nesta quarta-feira (22), às 9h30, no Fórum da cidade. O crime ocorreu em 13 de fevereiro de 2025, no bairro São Gonçalo. O réu, Ygor Ortiz da Silva, foi preso em maio do mesmo ano e responde pelo caso.

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De acordo com o Tribunal de Justiça, cinco testemunhas devem ser ouvidas durante a sessão, além do interrogatório do acusado. O júri será aberto ao público. A imprensa poderá acompanhar o julgamento no plenário apenas para anotações, sem autorização para captação de imagens ou gravações no interior do fórum. Registros audiovisuais e entradas ao vivo só poderão ser feitos na área externa do prédio.

O processo tramita em segredo de Justiça e, por isso, não foram divulgadas outras informações sobre a denúncia.

O caso aconteceu em 13 de fevereiro de 2025, quando o menino foi levado ao Hospital Regional de Taubaté com diversas lesões pelo corpo. A criança não resistiu aos ferimentos e morreu. Inicialmente, a ocorrência foi registrada como morte suspeita após a informação de um suposto acidente doméstico.

Durante a investigação, a Delegacia Especializada de Investigações Criminais (Deic) identificou divergências no depoimento do padrasto, que estava com a vítima no momento dos fatos. Segundo a Polícia Civil, o laudo apontou que a criança morreu em decorrência de traumatismo craniano e múltiplas lesões, além de indicar sinais de tortura. Roupas da vítima com manchas de sangue também foram apreendidas durante as investigações.

Ygor Ortiz da Silva foi preso em maio de 2025, em Pindamonhangaba, após ser localizado pela Polícia Civil. Desde então, permanece à disposição da Justiça.

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