O caso de Bruna Damaris Santanna da Silva, de 26 anos, que foi resgatada com vida após passar cerca de 42 horas à deriva no mar de Ilhabela, chamou a atenção pela resistência física demonstrada pela jovem diante de condições extremas.
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Durante o período em alto-mar, Bruna enfrentou baixas temperaturas, ventos, ondas e a exposição prolongada ao ambiente marinho. Segundo especialistas, sobreviver por tanto tempo nessas circunstâncias é considerado incomum.
De acordo com a médica entrevistada na reportagem, Bruna apresentou um quadro grave de hipotermia, condição caracterizada pela queda da temperatura corporal para menos de 35°C. Nesses casos, o organismo perde calor mais rapidamente do que consegue produzir, comprometendo funções vitais e aumentando o risco de morte.
A profissional destacou que a sobrevivência da jovem foi um caso raro e afirmou que ela teve muita sorte. Segundo a médica, caso permanecesse mais tempo à deriva, as chances de sobrevivência poderiam diminuir significativamente em razão do agravamento da hipotermia e da desidratação.
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