Gabriel Macedo de Oliveira depende do transporte público sempre que precisa sair para trabalhar ou estudar. Durante a semana, a rotina é a mesma: perto do horário do almoço, ele caminha até o ponto de ônibus. Mas, se algo sai do planejado e ele acaba perdendo o veículo, já sabe que a espera pelo próximo será longa. Segundo ele, o intervalo entre um ônibus e outro é grande e dificulta o deslocamento diário.
A aposentada Elizabete Pires, de 67 anos, também mora em Pindamonhangaba e vive a mesma situação. Quando perde o horário, prefere se sentar para esperar, porque sabe que o próximo coletivo pode demorar bastante. Nas redes sociais, as reclamações se acumulam. Em um grupo com moradores da cidade, há queixas sobre horários irregulares, ausência de veículos, superlotação e problemas de conservação. Um vídeo enviado por um usuário mostra a dificuldade para acionar o botão de parada: o sinal sonoro só aparece após várias tentativas.



