Vivemos um momento de ruptura no consumo de conteúdo digital. Se há alguns anos o diferencial de uma marca era a capacidade de investir em superproduções, hoje o cenário é marcado pela diversidade de formatos.
A pergunta que recebo com frequência de empresários é: “Rafael, ainda vale a pena investir em produções cinematográficas ou o ‘celular na mão’ é o que dita o jogo?”.
A resposta estratégica é: não se trata de uma vitória, mas de uma especialização de papéis. A autenticidade não substituiu a estética, ela redefiniu o lugar de cada uma.
Na SXS Group, onde respiramos tanto a estratégia digital quanto a produção cinematográfica de alto impacto, entendemos que o sucesso de 2026 está em saber alternar entre o real e o impecável.

A revolução da autenticidade
O público atual desenvolveu uma espécie de “filtro natural” contra anúncios que parecem encenados demais. Quando um conteúdo exala perfeição estética excessiva em um ambiente de entretenimento rápido, o cérebro do consumidor muitas vezes o ignora instantaneamente.
É aqui que entra o UGC (User-Generated Content) ou o conteúdo autêntico intencional. Vídeos gravados em estilo selfie, com luz natural e sem cortes excessivos, chegam a gerar até 2,5 vezes mais confiança em plataformas como TikTok e reels.
Por quê? Porque o conteúdo “cru” transmite vulnerabilidade e verdade. Ele remove a barreira entre a marca e o consumidor, criando uma ponte de identificação. Em 2026, a humanização é a moeda que compra a atenção no feed.
A autoridade da imagem
No entanto, engana-se quem pensa que o vídeo profissional perdeu seu espaço. Ele apenas se tornou ainda mais valioso para consolidar a legitimidade e a autoridade de um negócio. Existem momentos na jornada de compra onde o amadorismo pode ser fatal para a conversão.
Credibilidade institucional
Quando apresentamos uma infraestrutura, uma equipe de especialistas ou um produto de alto valor agregado, a qualidade técnica é a prova social silenciosa. Ela sinaliza que a empresa é sólida, séria e investe na excelência.
O poder do storytelling
Grandes marcas não são construídas apenas com stories. Elas precisam de vídeos que emocionem, que tenham uma narrativa cinematográfica e uma estética que eleve a percepção de valor.
Uma produção de alto nível da SXS Films, por exemplo, tem o papel de tirar o cliente do ruído das redes sociais e colocá-lo em uma experiência de imersão na marca.
Fechamento de vendas complexas
Para decisões de alto ticket, o cliente precisa de segurança. Vídeos bem produzidos, com som impecável e fotografia cuidada, reforçam o profissionalismo necessário para o fechamento de grandes contratos.
A estratégia híbrida: o caminho da SXS
O grande erro do mercado é tentar escolher um lado. O marketing amador por si só gera conexão, mas pode faltar autoridade. O marketing exclusivamente “perfeito” gera autoridade, mas pode faltar proximidade.
Na SXS, defendemos a estratégia híbrida:
• Usamos o UGC e os vídeos orgânicos para gerar volume, conversa e quebrar o gelo com a audiência no dia-a-dia;
• Usamos a produção profissional para validar o posicionamento, educar com autoridade e criar o desejo aspiracional que só a estética cinematográfica consegue proporcionar.
O veredito de 2026
O mercado não aceita mais o amadorismo por falta de recursos, mas valoriza a autenticidade por escolha estratégica. Da mesma forma, ele não aceita a “estética vazia”, mas respeita o profissionalismo de uma marca que se apresenta com excelência.
Seu marketing não deve ser um ou outro. Ele deve ser uma orquestra onde o celular e a câmera de cinema tocam em tempos diferentes, mas na mesma sintonia. A autenticidade trouxe a verdade, mas a estética profissional continua sendo o selo de garantia de quem lidera o mercado.



