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Aeroporto de Porto Alegre reabre em outubro com 70% e vendas recomeçam nesta sexta

BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) – O governo federal anunciou que o Aeroporto Internacional Salgado Filho, em Porto Alegre, irá reabrir em 21 de outubro com 70% da operação e que a venda de passagens para a capital do Rio Grande do Sul será retomada nesta sexta-feira (9).

A previsão é que o espaço retome a operação integral em dezembro. No mês passado, o Executivo havia afirmado que a reabertura em outubro contaria com 50 voos por dia, mas nesta quinta-feira (8) o ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, deu uma previsão mais otimista.

“Estamos autorizando a partir de amanhã a venda para 128 voos diários. Isso equivale a 900 voos semanais e mais de 3.000 voos por mês”, disse o ministro.

Costa Filho fez o anúncio ao lado do ministro da Secretaria Extraordinária de Apoio à Reconstrução do Rio Grande do Sul, Paulo Pimenta. “Antes do Natal, estaremos com 100% dos voos funcionando”, disse Pimenta.

O ministro aproveitou para mandar recados velados ao governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSDB), que tem criticado a atuação do governo federal na reconstrução do estado após as enchentes de maio, que alagaram e destruíram diversos municípios.

“Enquanto alguns choram, se queixam, choramingam, tentam transferir responsabilidade, a gente trabalha para resolver problemas. É assim que vamos continuar trabalhando”, afirmou.

Para efeitos de comparação, em dezembro do ano passado foram realizados 5.231 voos no local, de acordo com a Anac (Agência Nacional de Aviação Civil), uma média de 168 operações por dia.

Em 15 de julho, o Salgado Filho reabriu para check-in, despacho de bagagens, embarques e desembarques. Os voos emergenciais seguiram na base aérea de Canoas, na região metropolitana de Porto Alegre, e os passageiros são transportados em ônibus entre os dois endereços.

A paralisação do Salgado Filho causou um caos logístico no Rio Grande do Sul. Com menos opções de voos, passageiros amargaram disparada nos preços das passagens aéreas.

A situação também prejudica setores da economia local, como indústria e turismo.

MATHEUS TEIXEIRA / Folhapress

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