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Almir dos Santos fica em 11º no salto triplo

PARIS, FRANÇA (FOLHAPRESS) – O Brasil teve um atleta disputando a final do salto triplo nesta sexta-feira (9), nas Olimpíadas de Paris. Almir dos Santos, com apenas 16,41 metros após os três primeiros saltos, ficou fora da disputa por medalha e terminou em 11º lugar entre os 12 finalistas.

Almir foi o primeiro brasileiro a disputar a final do salto triplo desde Jadel Gregório em Pequim-2008. O Brasil ganhou medalhas na prova com Adhemar Ferreira da Silva (ouro em 1952 e 1956), Nelson Prudêncio (prata em 1968 e bronze em 1972) e João Carlos de Oliveira (bronze em 1976 e 1980).

O ouro ficou com o espanhol Jordan Díaz, que obteve 17,86 metros logo em sua primeira tentativa. Quem chegou mais perto dele, apenas 2 centímetros a menos, foi o português Pedro Pichardo, ouro em Tóquio. O bronze ficou com o cubano naturalizado italiano Andy Díaz.

Nas outras finais do dia, o grande destaque foi a belga Nafi Thiam, 29, que conquistou um inédito tricampeonato olímpico do heptatlo. Ela superou, com os três ouros, uma lenda do atletismo, a americana Jackie Joyner-Kersee, detentora de dois ouros (1988 e 1992) e uma prata (1984).

Em outra final feminina, a dos 400 metros rasos, a dominicana Marileidy Paulino, 27, conquistou o terceiro ouro olímpico de toda a história de seu país. Ela tinha sido prata em Tóquio. Marileidy quebrou o recorde olímpico (48s17).

A noite de sexta também foi a dos revezamentos 4 x 100 metros feminino e masculino. No feminino, as norte-americanas recuperaram o título perdido para a Jamaica em Tóquio, graças à arrancada de Sha’carri Richardson nos 100 metros finais, que deixou para trás britânicas e alemãs.

No masculino, os EUA foram desclassificados por um erro na primeira passagem do bastão, entre Christian Coleman e o medalhista de prata dos 200 metros, Kenny Bednarek. O Canadá ficou com o ouro, e África do Sul e Grã-Bretanha completaram o pódio.

O destaque canadense no revezamento foi Andre De Grasse, 29, que conquistou sua sétima medalha olímpica, e segunda de ouro (venceu os 200 metros em Tóquio).

A derrota norte-americana prolonga uma escrita: desde Sydney-2000 os EUA não vencem no masculino, e desde a prata em Atenas-2004 nunca mais subiram ao pódio no 4 x 100 metros masculino.

Redação / Folhapress

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