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Após quase vencer no primeiro turno em Porto Alegre, Melo diz que Bolsonaro será bem-vindo na campanha

PORTO ALEGRE, RS (FOLHAPRESS) – Recebido com muita festa em seu comitê de campanha na noite se domingo (6), o prefeito de Porto Alegre Sebastião Melo (MDB) agradeceu à militância pelo resultado do primeiro turno, após ter obtido 49,72% dos votos. Melo enfrentará a deputada federal Maria do Rosário (PT).

O clima no diretório de Melo é de festa, embora um pouco de frustração com a impossibilidade de resolver a eleição no primeiro turno.

“Se eu nao tivesse que acordar amanhã ate as 7h, ia ter festa até as 3h”, disse Melo, ao lado da vice Betina Worm (PL) e do atual vice-prefeito Ricardo Gomes (PL), que optou não concorrer.

Melo cumprimentou seus principais oponentes -Rosário, a ex-deputada Juliana Brizola (PDT) e o deputado estadual Felipe Camozzato (Novo)- disse que a campanha foi de alto nível.

O candidato disse que vai conversar com as forças políticas que não foram ao segundo turno, incluindo o PDT de Brizola, que teceu duras críticas ao prefeito em debates.

Com uma aliança que vai do centro à direita, Melo disse que está aberto a parcerias, e deve conversar com o Novo nesta segunda-feira (7). “O segundo turno não é aquele voto totalmente do coração”, disse Melo.

Questionado sobre a participação do presidente Lula na campanha de Maria do Rosário, que deve aumentar no segundo turno, Melo ironizou a opositora ao dizer que sente que ela parece concorrer a cargo federal.

Melo conta com o apoio do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). “Se o presidente Bolsonaro puder estar conosco é muito bem vindo, mas a eleição é municipal. E isso foi uma decisao de coordenação de campanha”, disse.

Melo conduziu a cidade durante a enchente de maio, a pior tragédia da história da cidade, após as falhas no sistema de proteção a cheias. Ele reconheceu que houve cobrança da população, mas diz que o povo “compreendeu que nos tomamos as aritudes que tinhamos que ter tomado”.

“A população fez uma DR [discussão de relação] com o prefeito”, disse, sorrindo. Ele também criticou o governo federal, que não teria agido para qualificar o sistema.

CARLOS VILLELA / Folhapress

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