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Arrascaeta rege Flamengo, dá cartão de visita com a 10 e evolui fisicamente

RIO DE JANEIRO, RJ (UOL/FOLHAPRESS) – Arrascaeta deu o cartão de visitas com a camisa 10 do Flamengo. Na estreia como titular em 2025, o meia uruguaio foi o maestro do time na goleada diante da Portuguesa e esteve à disposição por mais de 45 minutos pela primeira vez na temporada. Utilizado com cautela e atenção, ele deve estar 100% para fase decisiva do Campeonato Carioca.

Arrasca chegou a marca de 90 assistências com a camisa do Flamengo. Ele completou 181 minutos em 2025 e ficou à disposição em quatro jogos e foi utilizado em todos eles, mas até este momento vinha sendo usado no time reserva para pegar ritmo de jogo com cautela.

O uruguaio ficou dois meses sem entrar em campo. Depois da final contra o Atlético-MG na Copa do Brasil, ele passou por uma artroscopia no joelho direito para corrigir um problema físico que quase o tirou de momentos importantes da temporada. O meia jogou no sacrifício muitas vezes e até viajou para a pré-temporada, mas nem jogou.

Na primeira partida como titular com a camisa 10, ele brilhou. No momento em que entrou de vez no jogo, Arrascaeta deu uma bela assistência e marcou um gol de pênalti com direito a uma cavadinha. O meia foi substituído aos 27 minutos do segundo tempo pensando em não forçar, mas principalmente por causa do clássico com o Fluminense no fim de semana.

A ideia da comissão técnica é que Arrasca jogue o quanto for possível para de adaptar. Filipe Luís terá bastante atenção com o meia para que ele não volte a sofrer com lesões, o que deve significar ser poupado em alguns momentos. Na Supercopa, o treinador optou por jogar com três atacantes e ter Pulgar, De la Cruz e Gerson no meio inicialmente.

Agora, Filipe Luís vive a expectativa de poder usar o uruguaio no primeiro clássico do ano no Campeonato Carioca. Ele folga na quinta (6) junto aos atletas que jogaram contra a Portuguesa e se apresenta na sexta-feira para tentar ganhar a vaga no último treino antes da partida de sábado, no Maracanã.

“Na minha opinião o jogador profissional é uma máquina de adaptação. E conforme esses jogadores, que estavam de férias e alguns voltaram de lesões graves, começaram a treinar, somam minutos novamente para o corpo se adaptar ao ritmo de jogo, à intensidade da partida e que o nosso time quer impor. Com uma pressão forte para aguentar o jogo de transição. Só no treino não conseguimos. Esses jogos são importantes para eles somarem minutos e somando as adversidades que existem de viagem, gramado e todo o tipo de complicação é melhor ainda para que os jogadores possam somar os minutos e fisicamente entrar no mesmo ritmo dos que já estão um pouco mais a frente”, disse o técnico Filipe Luís.

“Acredito que aos poucos vou voltar a jogar, sim, para mim é o mais importante. Fiquei quase dois meses parado, dificulta, mas tenho de entender os prazos para jogar 90 minutos e não ter problemas. Estamos fazendo todos os passos, estou me sentindo cada vez melhor. Tomara que em breve possa ajudar meus companheiros, em um clube tão grande a disputa na minha posição é alta, cada vez mais forte. Tenho que estar preparado”, disse Arrascaeta.

LUIZA SÁ / Folhapress

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