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Azul melhora resultado, mas tem prejuízo de R$ 324,2 mi no 1º trimestre

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – A Azul informou nesta segunda-feira (13) que registrou um prejuízo líquido ajustado de R$ 324,2 milhões no primeiro trimestre deste ano. O número representa uma melhora de 55% em relação ao resultado negativo registrado pela companhia aérea no mesmo período do ano passado.

Apesar do prejuízo, a companhia divulgou recorde no Ebitda, que mede a geração de caixa, para um primeiro trimestre. O indicador alcançou a marca de R$ 1,4 bilhão, crescimento de 37,4% na comparação com o início do ano passado.

Segundo o CEO da companhia, John Rodgerson, a empresa vai receber, até o primeiro trimestre de 2025, 13 novas aeronaves do modelo E2, da Embraer. Em comparação com o E1, o avião gasta menos combustível e possui mais poltronas, o que reduz o custo por assento em 26%, diz o executivo. Até o fim de março, a Azul somava 181 aviões de passageiros em sua frota operacional.

“Combinando essa economia com nossa estratégia de malha exclusiva, geraremos Ebitda significativo, fluxo de caixa livre e expansão de margem no segundo semestre de 2024 e nos próximos anos”, afirmou Rodgerson em carta divulgada junto aos resultados.

A receita líquida da companhia nos primeiros meses deste ano fechou perto dos R$ 4,7 bilhões, variação de 4,5% em relação ao valor registrado no primeiro trimestre de 2023.

O RPK, indicador que representa a quantidade de passageiros transportados por quilômetro, cresceu 1,7%, impulsionado pelo mercado doméstico. Para voos internacionais, a demanda caiu 9,6%.

A Azul foi a segunda das três maiores companhias aéreas brasileiras a anunciar seus resultados do primeiro trimestre do ano. Neste mês, a Latam divulgou um lucro líquido aos controladores para o primeiro trimestre de pouco mais de R$ 258 milhões.

Nesta terça-feira (14), a Gol divulgará seus resultados. A companhia pediu à Justiça dos EUA, em janeiro, para aderir ao Chapter 11, equivalente à recuperação judicial no Brasil. Na ocasião, a empresa anunciou US$ 8,3 bilhões (R$ 40,7 bilhões) em dívidas.

As companhias aéreas vêm negociando recursos com o governo para ajudá-las a atravessar a crise imposta pela pandemia. Representantes do mercado e as próprias companhias costumam reclamar da judicialização e do preço do querosene de aviação, entre outros fatores que elevam o custo operacional no Brasil, segundo o setor.

Redação / Folhapress

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