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Biografia colocada em caixão cita ônibus em Buenos Aires e apelo contra as guerras

ROMA, ITÁLIA (FOLHAPRESS) – Na biografia lida na cerimônia do fechamento do caixão, na sexta (25), o papa Francisco foi descrito como um pontífice de estilo sóbrio e humilde, “atento a evitar o perigo da autorreferencialidade e da mundanidade espiritual na Igreja”. O texto foi colocado dentro do caixão, que em seguida foi fechado pelas tampas de zinco e de madeira.

Recitada pelo chefe de celebrações litúrgicas, Diego Ravelli, a biografia descreve os tempos dele como arcebispo de Buenos Aires, onde foi “um pastor simples e muito amado, que andava para todos os lados, inclusive de metrô e ônibus”.

A escolha do nome de Francisco foi porque, a “exemplo do santo de Assis, quis ter no coração acima de tudo os mais pobres do mundo”.

“Aos sacerdotes, sugeria de estarem sempre prontos a administrar o sacramento da misericórdia e de terem a coragem de sair da sacristia, para ir em busca das ovelhas perdidas, e de deixarem abertas as portas da igreja”, diz o texto.

Cita as iniciativas em prol do diálogo com muçulmanos e representantes de outras religiões, com menção ao documento assinado em 2019, em Abu Dhabi, com o líder sunita al-Tayyeb.

“Os últimos anos do seu pontificado foram marcados por numerosos apelos à paz, contra a fragmentada terceira guerra mundial, atualmente em curso em vários países, especialmente na Ucrânia, assim como na Palestina, em Israel, no Líbano e em Mianmar”, afirma a biografia.

MICHELE OLIVEIRA / Folhapress

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